quarta-feira, 25 de dezembro de 2024

CORPO DOCENTE DE PROFESSORES DO GRUPO “ISABEL BRANCO”, DA DÉCADA DE 1950/60

É importante registrar que essas senhoras “Professoras”, de alguma forma moldaram ou lapidaram os jovens da época, transmitindo conhecimento nas mais diferentes áreas, sofrendo com as dificuldades para formação para preencher as exigências de qualificação, enfrentando as limitadas estruturas físicas, e falta de materiais didáticos, uma clientela desnutrida, desestruturada socialmente,  reconhecendo que não existe heterogeneidade, e que todo humano estão sujeitos ao constructo histórico da época e do meio cultural em que vive, tendo concernir com as singularidades, particularidades, especificidades, sensibilidades, de cada aluno.

 "Só morre de verdade quem nunca mais é lembrado" Leo Batista.


Sentada da Esq. para Direita
1 – Helena Lopes
2 – Eny Machado Faria
3 – Maria José Fonseca
4 - Otília Souza Pinto
5 – Norma Rocha
6 – Isabel Costa Axt.
7 – Zélia Branco Carneiro
8 – Edy Machado Faria

Em pé da Esq. para Direita.
1 – Neusa Moreira
2 – Francisca Maccagnanni Carazzai
3 – Mercedes Valença
4 – Rilda Lopes
5 – Hélia Branco Carneiro
6 – Alice Valença
7 – Beatriz Sampaio


domingo, 22 de dezembro de 2024

ALUNOS FORMANDOS DE 1962 – COLÉGIO MOISÉS LUPION

 

Acervo: Rosemari Soares Lopes.

 

Sentados da esq. Para direita.
1 – Ismênia Jorge Cunha
2 – Iracema Rocha Pedroso
3 – Carmem Lúcia Medeiros
4 – Sofia Brugeff
5 – Adélia Sartori Mendes
6 – Maria Inês Amaral Delgado
7 – Rosilda Guerke
8 – Neusa Maria Hyczy da Costa
9 – Geni Sandrini
10 – Maria Lúcia Azevedo
11 – Rosemari Soares Lopes
 
Em pé da esq. Para direita.
1 – Ademar Laureano
2 – Arioswaldo Ziemer da Cruz
3 – Donato Carlos Magno Neto
4 – Odilon Simpinski
5 – Geraldo Aparecido Sandrini
6 – Dr. Michael Wharhaftig – Patrono
7 – Prof. Antônio Nicolas – Paraninfo
8 – Prof. Jurandir Côrrea Salles
9 – José Carlos Carpinelli
10 – João Carlos de Oliveira Ribas
11 – João Antônio Santos Lima
12 – Albano Ferreira de Barros.

LUIS MESQUITA DE OLIVEIRA – LUISINHO, JAGUARIAÍVENSE DEGENERADO?

 



Revista – Brasil na Copa do Mundo – 198 fotos contam a história do futebol brasileiro nas Copas de 1930 a 1966, Editorial Bruguera Ltda. Rio, GB, 1966, 42 pag.

Luizinho (Luiz Mesquita de Oliveira), ponta direita. Participou também da Copa de 1938. Nascido no Rio de Janeiro, revelou-se para o futebol em São Paulo. Começou atuando no C. A. Paulistano e depois no S. Paulo F. C., passando pelo Palmeiras. Pg. 11.

 

Jogou no São Paulo da Floresta durante quase toda a existência do clube, de 1930 a 1934. Luisinho ajudou o precursor do Tricolor a se firmar no meio dos times grandes. Além de conquistar o Campeonato Paulista de 1931, o time ainda foi vice-campeão em 1930, 1932, 1933 e 1934.



Luís Mesquita de Oliveira ou simplesmente Luís Mesquita ou ainda Luisinho, (Rio de Janeiro29 de março de 1911 — São Paulo27 de dezembro de 1983), foi um futebolista brasileiro que atuou como atacante.

CARREIRA

Embora carioca, Luisinho fez carreira no futebol de São Paulo. Começou no Anglo-Brasileiro, em 1928, onde ficou até o ano seguinte, quando também assinou com o Paulistano.

Fez parte do primeiro elenco do São Paulo, onde ficou entre 1930 e 1934. Após a breve extinção desse clube, foi atuar pelo Clube Atlético Estudantes de São Paulo (clube criado por antigos membros do São Paulo), em 1935, inclusive com status de jogador da seleção brasileira, pois havia sido convocado para a Copa do Mundo de 1934.[2]

Em 1936, iniciou sua trajetória no Palestra Itália (atual Palmeiras), onde ficaria até 1940. Novamente, foi convocado para a Copa do Mundo, em 1938.

Em 1941, retornou ao São Paulo, ficando até 1946, ano em que encerrou sua carreira. Pelo Tricolor, Luisinho conquistou quatro títulos estaduais. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Lu%C3%ADs_Mesquita_(futebolista)>, Acesso em 04 dez 2924.

Alfredo Cardoso “Do meu cantinho”, em seu artigo de 1938, “Paranaenses degenerados”, adjetiva o jogador Luisinho da Seleção Brasileira que jogou na Copa do Mundo na França, como um dos degenerados referenciados ao longo de sua produção textual, o autor afirma que ele é natural de Jaguariaíva.

Quem não tem orgulho de ter nascido nesta bela cidade de Curitiba, ou mesmo ter nascido neste Estado do Paraná, o mais novo dos estados da confederação e o qual Deus está lhe reservando um destino glorioso?

Quem não tem orgulho de ter sido contemplado com uma dádiva divina de ter tido por berço uma cidade como a nossa das mais belas e mais puras da União Brasileira?

Estado novo ainda, mas de um grande futuro. Belas moças, homens de raça varonil e forte, onde em suas faces se lê a punica saúde. Homens e moças filhos da caldeação de raças boas, ordeiras e laboriosas.

Estado da federação que tem dado homens de valor em todos os ramos da atividade humana. Poeta, homens de letras, músicos, pintores, jornalistas, políticos, oradores, eclesiásticos, etc.

Os nossos filhos desde o grande homem até o pequeno esportista têm feito brilhar em leiras de ouro o nome do Paraná os grande constelação de astros do Brasil. Pois bem meus amigos, existem paranaenses que tem vergonha de dizer que são filhos do Paraná.

Luizinho, o grande jogador do cartel internacional que vai a Europa defender o pavilhão brasileiro no certame do mundo, é nascido em Jaguariaíva, é filho de Ernesto de Oliveira, o nosso grande poeta paranaense. Pois bem, Luizinho diz em alta voz que é paulista como se nossa gente nada vale-se frente aos filhos da terra das Esmeraldas, esse mau filho se jata de paulista como se nossa terra lhe envergonha-se. Outro mau paranaense é Carlos, o atacante número um do Estudante que nasceu na Lapa, na legendaria Lapa que sérvio de reduto as pretensões dos gaúchos.

Lapa, Cidade conhecida no mundo inteiro pelo grande feito cognominada de legendaria; no entanto um seu filho que devia se orgulhar de ter nascido nessa cidade de Titans, nega como São Pedro negou Jesus na hora fatal. A isso eu chamo o beijo de Judas e esses filhos desta terra gloriosa que negam a sua paternidade são indignos de serem brasileiros, porque cada parcela de nossa terra é sagrada para nós, e Carlos é filho da Lapa e filho também de Ernesto de Oliveira que com orgulho dizia em alto e bom som que era filho desta grande terra bela e pura.

Fica aqui consignado o meu desgosto, porque eu nunca negaria em qualquer parte do mundo a minha Pátria e o meu rincão nem que nascesse na Lacedemônia. Referência, HBN-1938-Elbe Lauro Pospissil.

O local onde o humano é parido é especificado como naturalidade, esse sentimento passou a ser percebido com a Revolução Francesa (1789), que gerou a instituição nação, composta por três elementos, a saber: área territorial definida; contendo minerais e vegetais para suprir as necessidades da sua população e a língua falada como meio de socialização interna,  surgindo assim o sentimento de pertencimento, que está condicionado em ser aceito e reconhecido, por esta comunidade, além de ser ouvido e desejado.

A notoriedade dos selecionados representava para o Estado cedente, externava a sua superioridade perante os outros entes federativos, como destaque esportivo selecionado à nação brasileira, pode ter sido o fator do registro em outro lugar.  

Observação: Foram realizadas pesquisas no Cartório Civil em Jaguariaíva, não foi encontrado   seu registro de nascimento.

Quanto a falta do registro de nascimento, isso era comum, entre uns dos motivos era a falta de pecúlios dos pais para realizá-lo.  

Para precisar com maior clareza a naturalidade do jogador Luisinho, será necessário retirar a Certidão de Nascimento no local, onde ele foi registrado, para verificação a data de emissão desse registro.

sábado, 21 de dezembro de 2024

O CONCURSO DE BELEZA EM JAGUARIAÍVA – 1930

 Concurso de beleza realizado em Jaguariaíva, por João Cruz, Diretor do Jornal Semanário A Cidade, em abril de 1930, teve como vencedora a Srta. Maria Nuncia Cunha, com 227 votos, filha Cel. Capistrano Cunha, ficando em segundo lugar a Srta. Dinorah Camargo Turek, com 117 votos, professora efetiva do Grupo Escolar “Isabel Branco”, filha Miguel Turek, engenheiro - arquiteto Referência: HBN-1930, João Sampaio.

Srta. Maria Nuncia Cunha.


Srta. Dinorah Camargo Turek.


OBS: Caso alguém que visualize a imagem e tenha mais informações, será bem vinda.

 Caso seja reproduzido que seja fiel aos dados e referências.