terça-feira, 22 de maio de 2018

PARQUE DO CERRADO

PARQUE ESTADUAL DO CERRADO - JAGUARIAÍVA/PARANÁ

Fonte: Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=nXPK1yi1Taw>. Acesso em: 22 mai 2018

CAVALGADA DAS VALQUÍRIAS - ORQUESTRA DE SOPROS DE NOVO HAMBURGO



Fonte: Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=G2ZbYvXGwEI>. Acesso em: 22 mai 2018

RESULTADO DA PESQUISA SOBRE PATRIMÔNIO HISTÓRICO LOCAL


O RESULTADO DA PESQUISA SOBRE PATRIMÔNIO HISTÓRICO LOCAL
 A referida Estação Ferroviária poderia ser utilizada em primeiro plano, como sede de aula presencial proporcionada aos alunos, em data agendada especialmente para demonstração e ensino a respeito da relevância histórica de tal patrimônio para o município de Jaguariaíva. Deve-se considerar que a estrada de ferro é efetivada no município na primeira década de 1910, proporcionando a viabilidade da industrialização por parte das Indústrias Reunidas Francisco Matarazzo, que vieram a modificar o cenário de ocupação do solo por moradias dos funcionários desta empresa.
                A importância da Estrada de Ferro que no início chamava-se estrada de ferro São Paulo-Rio Grande, posteriormente passou-se chamar Rede Viação Paraná-Santa Catarina, e Rede Ferroviária Federal S/A, quando passou a concessão para a iniciativa privada. Atualmente o patrimônio da Estação Ferroviária está sob comodato, concedida a responsabilidade de utilização e conservação do patrimônio à Prefeitura Municipal.
                Constatei que o prédio apresenta janelas de madeira deterioradas pelo tempo, algumas delas já se decompondo, infiltração de goteiras, tanto no centro das salas, como nas paredes, precisando de manutenção corretiva do espaço em geral.
                Tive a oportunidade e a grata satisfação de fazer a visita acompanhado pelo Delegado Sindical, meu ex-superior hierárquico, senhor Jorge Mendes, que exerceu a função de Agente de Estação e Supervisor de Estação. Os detalhes por ele narrados, da ocupação das salas do prédio por diferentes departamentos que a Rede mantinha, e que são hoje desconhecidos pela população, unidos a minha experiência profissional, que exerci por 17 (dezessete anos) na Rede Rodoviária Federal, causaram-me surpresa pela riqueza de detalhes. Hoje o entorno do ambiente já desconfigurado, ainda guarda toda a sua importância e imponência histórica para o povo de Jaguariaíva.
                Como objeto de pesquisa de patrimônio tombado e ensino de história local aos alunos, trata-se de imóvel rico em conteúdo de todas as atividades profissionais, na movimentação social, econômica, política, sendo meio de pesquisa imprescindível ao conhecimento da história de Jaguariaíva, tendo em vista que abordou ao longo do tempo, as mais diversificadas atividades, acompanhando considerável parte da trajetória histórica do município, do Paraná e do Brasil.






               
Fonte: Disponíveis em: <https://www.google.com/search?q=esta%C3%A7%C3%A3o+ferrovi%C3%A1ria+jaguariaiva&rlz=1C2RNOG_enBR737BR737&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=0ahUKEwjeyprvsJrbAhUEFJAKHf2bByAQ_AUICygC&biw=1280&bih=669#imgrc=YIN2JDu34IPMkM>. Acesso em: 22 mai 2018.

PERFIL DO BLOGUEIRO


Sou de uma família numerosa de descendência portuguesa e alemã. Sou o sexto filho de doze irmãos e uma irmã adotiva. Sou aposentado ferroviário pela Rede Ferroviária S/A - RFFSA, onde exerci as funções de auxiliar de estação, auxiliar de maquinista e maquinista.
Gosto de pescaria, de tiro ao alvo, fotografia, sou corintiano e aprecio músicas clássicas instrumentais.
Sou natural de Jaguariaíva, nasci em 05 de novembro de 1955, atualmente estou matriculado no 7º período do Curso EaD, pela Universidade Aberta do Brasil-UAB, polo de Jaguariaíva, tendo como parceira a Universidade Estadual de Ponta Grossa- Paraná.
Concebo o Curso de Licenciatura em História como sendo de alto nível, com uma estrutura entre professores formadores e tutores on-line de elevada qualidade, são prestativos e engajados com o processo de ensino-aprendizagem de história.
Levando-se em consideração que estive ausente do ensino pelas circunstâncias da vida por um período próximo de quarenta anos. Retomando aos estudos no ano de 2015 pela perspectiva de uma nova modalidade de ensino EaD, onde as TIC's se apresentam como ferramentas primordiais para o desenvolvimento desse processo de ensino. Para mim, esta transição foi problemática, porém, considero-me um vitorioso pelos conhecimentos apreendidos a partir das práticas oferecidas por esta modalidade de ensino. 

sábado, 19 de maio de 2018

ESTUDO DO MEIO – PATRIMÔNIO CULTURAL - TINO


UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA
UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL
CURSO DE LICENCIATURA EM HISTÓRIA

Polo: Jaguariaíva                                                     Disciplina: Estágio Supervisionado II
Professora Formadora: Rubia Caroline Janz
Tutora on-line: Sabrina Silva de Souza
Aluno: Adelmar Ziemer Batista da Cruz                                                  RA: 152335389
Atividade: 2                                                                                              Unidade: I

Conhecendo um Patrimônio Cultural Regional.

Pesquise na sua cidade e / ou em cidades vizinhas patrimônios culturais materiais tombados. Faça uma visita, observe todos os detalhes com atenção e depois, preencha as questões do Estudo do Meio em anexo. 
O roteiro de Estudo do Meio dessa atividade foi adaptado da Projeto Pedagógico Multidisciplinar Regional (Bahia), da editora SM. 
OBSERVAÇÃO: ESSA ATIVIDADE FAZ PARTE DAS PRÁTICAS DE ESTÁGIO II, PORTANTO É OBRIGATÓRIA.    

ESTUDO DO MEIO – PATRIMÔNIO CULTURAL
1. Nome e breve descrição do patrimônio e do seu entorno e data e justificativa para o tombamento.
Analisar: Estação Ferroviária de Jaguariaíva.
a) Quantas edificações (uma ou mais)? Há áreas externas (jardim, bancos, mesas e cadeira, lanchonete, etc.)?
Resposta: A edificação e de um prédio térreo com um andar, com uma plataforma coberta tipo ETERNIT, onde existem 6 bancos distribuídos no espaço da plataforma, existe um jardim na extremidade esquerda com gramado com plantas ornamentais, não existe mesas lanchonete, esta em processo de construção um espaço com destinação para banheiro público. Quanto à área do pátio de composição da ferrovia que continha 11 linhas, e mais duas linhas que se destinava ao espaço privativo da Indústria Reunido Francisco Matarazzo, destas só resta as duas próximas da plataforma, totalmente desativado. O espaço do pátio da estação hoje está sendo utilizado como estacionamento de veículos pesados e também esporadicamente para instalação de lona de circo. Este espaço é destinado quando das festividades em comemoração ao dia do município.        
b) Qual é o estado de conservação do prédio: mal ou bem conservado? (Anotar aspectos como: pintura, presença ou não de rachaduras nas paredes e de outros detalhes, condições das janelas, portas, salas internas, mobiliário, sanitários).
Resposta: O prédio não apresenta sinal de rachaduras, mas quanto a pintura encontra-se deteriorada em 50% das instalações, em função da infiltração provocadas por goteiras, quanto as divisórias de madeira internas encontra em bom estados, mas as portas e janelas que contato com a parte externa estão se desmanchando. Os mobiliários existentes hoje é propriedade do todos municipal. Os banheiros estão precisando de uma renovação em suas instalações. 
c) Qual é o estado de conservação do entorno: condições das ruas ou vias de acesso ao local. É longe ou perto do centro da cidade; difícil ou fácil de chegar?
Resposta: A estação está localizada no centro da cidade baixa, em frente à Praça Getúlio Vargas que recentemente sofreu revitalização (uma desconstrução histórica), é de fácil acesso.
2. Descobrir o tipo de atividade que se desenvolvia / se desenvolve ali.
a) Data de construção?
Resposta: O atual prédio em alvenaria da Estação Ferroviária de Jaguariaíva inaugurada em 1935, conforme citado no Livro Espirais do Tempo, 2006, p. 227, “foi tombada como patrimônio histórico em 10 de outubro de 2000, pelo Processo nº004/98, Inscrição nº134 do Livro do Tombo histórico.”

b) Para que o prédio foi construído?
Resposta: Foi construído para abrigar a Estação Ferroviária de Jaguariaíva, pois Jaguariaíva era um entroncamento ferroviário das linhas São Paulo – Rio Grande do Sul e Ramal do Parapanema que ligava Jaguariaíva a Marques dos Reis, além do transporte de carga não perecíveis, porcos e gado, despacho de mercadorias, transporte da correspondência dos correios, transporte de passageiros num intercambio de 300 a 400 pessoas dia.  

c) O que funcionava ali antes?
Resposta: O prédio é constituído de dois pavimentos a parte térrea é divida por um acesso sendo: do lado esquerdo de quem entra (01) sala de espera que dá acesso da parte externa a plataforma, onde existia um banco de madeira de imbuia de duas faces; (02) guichê da bilheteria; (03) banheiro feminino; (04) depósito de inflamáveis para lanternas a querosene; (05) escada para o pavimento superior; (06) Sala do faturamento de vagões; (07) sala de revisão do faturamento; (08) sala de composição de trem; (09) Sala de preparação de trem e subagência do agente noturno; (10) consultório médico; (11) sala do agente de estação; Na parte direita - (11) Guichê checape de pesagem de bagagem dos passageiros, quando ultrapassa o peso estabelecido o volume sofria faturamento e era carregado no vagão de bagagem. Esta sala tinha acesso externo e também para plataforma, onde eram realizada a pesagem e o faturamento das pequenas bagagens, (12) Salão refeitório; (13) Bar e caixa do refeitório; (14) Sala do Correio; (15) Banheiro masculino; Primeiro pavimento: lado direito - (1) Telegrafo para licenciamento de trem e prestava serviço para o correio, também funcionava o grafista, funcionário responsável pelo controle de trens que circulavam de Jaguariaíva a Itararé; (2) Sala de controle diário de vagões circulantes do 2º distrito e 4º distrito; (3) Sala do engenheiro residente; Final do corredor - (4) Salão de recepção e reunião com diversos setores (via permanente, estação, tração), reunião de treinamento; Lado esquerdo - (5) Sala de projetos; (6) Arquivo morto; (7) Sala de manutenção de baterias onde eram feitos revisão dos vasos, estas utilizadas nos aparelhos Morse, além da central, todas as estações tinham uma bateria de quatro vasos com capacidade de 6 w.
O complexo do pátio da Estação Ferroviária, hoje não existe: abrigava o reservatório em nível superior para abastecimento d’água das locomotivas a vapor; um triângulo para manobra (inversão) da posição das locomotivas; um depósito de revisão da locomotiva Maria Fumaça e vagões; uma linha onde as locomotivas (vapor e diesel-elétrica) eram abastecidas de lenha e carvão e posteriormente óleo diesel; uma ferraria; uma marcenaria; um galpão que servia de depósito de material da via permanente; uma garagem para o auto de linha (veículo adaptado para percorrer nos trilhos).
Em 1942 o Governo Federal estatiza a estrada de ferro com a denominação de Autarquia Rede de Viação Paraná – Santa Catarina – RVPSC, com sede em Curitiba, esta em 1957 passou ao controle da Rede Ferroviária Federal S/A, em 1997, foi privatizada pela Ferrovia Sul Atlântico, que em 1999 passou para América Latina Logística – ALL. 

d) O que funciona ali agora? Desde quando?
Resposta: Depois da desativação da ferrovia em Jaguariaíva no ano de 2000 o prédio abrigou a sede da prefeitura municipal até 06 de janeiro de 2014, quando  transferência da sede da prefeitura para o prédio próprio. Após a transferência da sede da prefeitura, o prédio da estação passou a ser ocupados por vários departamentos, abaixo relacionados: térreo lado esquerdo - (01) Sala de espera; (02) Junta do serviço militar; (03) Anexou ao item 04; (04) Banheiro masculino e feminino; (05) escada para o pavimento superior; (06-08) Centro de informações turísticas; (07-09-10) Conselho Tutelar; na parte direita - (11) Memorial Ferroviário; (12) PROCON – Procuradoria da Defesa do Consumidor; (13) Assistência Jurídica, Departamento de Habitação e Defesa Civil; (14) Copa, manutenção de limpeza; (15) Banheiro masculino; primeiro pavimento lado direito - (01-02) ADAPAR - Agência de Defesa Agropecuária do Paraná;  (03) Imposto Sobre a Propriedade Territorial Rural / Nota do Produtor / Unidade Municipal de Cadastro / Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária; Final do corredor - (04) Sala dos Conselhos Municipais; Lado esquerdo - (05) Desocupada; (06) Arquivo morto; (07) Delegacia Sindical Ferroviária de Jaguariaíva.
3. Descrever o público que frequenta esse lugar.
Resposta: Hoje quem frequenta são cidadãos que buscam informações e atendimentos, pelos órgãos municipais que ali estão instalados.
4. Nesse local existem atividades voltadas para a educação patrimonial? Quais?
Resposta: No Centro de Informações Turísticas, esta a disposição do público folder dos pontos turístico de Jaguariaíva, onde do mês de maio comparecerão 07 visitantes da cidade e 37 turistas, totalizando 44. No mês de junho 19 visitas local e 33 turistas, totalizando 52.
Na área do jardim em 04 de setembro de 2015, em festejos do 70º aniversário término da segunda guerra mundial, foi inaugurado no primeiro dia da semana da Pátria um Memorial aos Expedicionários Jaguariaivense, integrante da Força Expedicionária Brasileira FEB, Dionísio de Moura Reis, José Maria de Carvalho, Juvenal de Oliveira Santos, Luiz Gonzaga de Melo, Mário Montanha Teixeira, Moacir de Jesus Martins, Palmiro Ferreira Tavares.
Em 28 de abril de 2016, em cerimonial municipal a Estação Ferroviária, passa a ser denominada de Estação Cidadã Agente Durvalino de Azevedo.        
5. De que forma você poderia usar esse patrimônio como parte integrante do ensino de História? Elabore um breve roteiro de plano de aula para responder a essa questão. ATENÇÃO: ESSA ATIVIDADE É UMA PREPARAÇÃO PARA A OFICINA SOBRE EDUCAÇÃO PATRIMONIAL QUE VOCÊ DEVERÁ REALIZAR NA DISCIPLINA DE ESTÁGIO III.

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA
UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL
CURSO DE LICENCIATURA EM HISTÓRIA

Polo: Jaguariaíva                                                     Disciplina: Estágio Supervisionado II
Professora Formadora: Rubia Caroline Janz
Tutora on-line: Sabrina Silva de Souza
Aluno: Adelmar Ziemer Batista da Cruz                                                  RA: 152335389

PLANO DE AULA
Estabelecimento: Colégio Estadual Rodrigues Alves
Estagiário: Adelmar Ziemer Batista da Cruz
Assunto: Patrimônio Cultural e Natural
Data: Primeiro semestre de 2018
Série: 1º ano A – Ensino Médio
Aula Prevista: 50 minutos
Professora Supervisora Formadora: Rubia Caroline Janz
Tutora on-line: Sabrina Silva de Souza

DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVIONADO II
I - TEMA: Patrimônio Histórico Cultural
II – OBJETIVO GERAL:
- Conhecer os diferentes tipos de patrimônios históricos.
III – OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
- Diferenciar os tipos de patrimônios; material, imaterial, natural.
- Compreender a importância da preservação do patrimônio cultural.
IV – INTRODUÇÃO: (5 minutos)
- Qual é o conhecimento que os alunos sabem acerca de termo “Patrimônio”?
V – DESENVOLVIMENTO: (25 minutos)
1º Primeiro momento – Discorrer (de forma dialogada) sobre o conceito da palavra patrimônio.
A palavra patrimônio é uma palavra polissêmica, tem muitos significados, podendo ser patrimônio familiar, determinada área de terra, virtude dos homens como moral e ética.
2º Segundo Momento - O conceito de Patrimônio “Histórico e Artístico” foi estabelecido pelo Decreto Lei nº 25/37. “Restringia-se exclusivamente aos bens materiais, especialmente aos bens imóveis, dissociados de seu ambiente original.” (VIEIRA, MOURA ALMEIDA, 2011, p. 13). Bens que só pertencia à elite.
Exemplos materiais: prédios, pinturas.
3º Terceiro Momento – O conceito de Patrimônio Cultural, toda produção humana de ordem emocional, intelectual e material, [...] (GODOY, 1985, p. 72 apud VIEIRA, MOURA, ALMEIDA).
Exemplo bens imateriais: sendo os valores, atitudes, crenças, normas e outros aspectos culturais que se encontram na cabeça e no coração de um grupo de pessoas.
Exemplo bens materiais: prédios, pinturas, documentos, arquivos, bibliográfico, hemerográfico, iconográfico, oral, visual, museus, bens que atestam a história de uma sociedade.  
4 - Quarto Momento – Patrimônio Cultura e Natural, conforme Delphim, C. F. M., 2004, p. 4, “É a natureza que se encontram todas as fontes materiais e imateriais da produção cultural. É a natureza que fornece a matéria prima e a inspiração para a arte, literatura, música e outras forma de expressão cultural.”
Exemplo: sítio arqueológico do Bairro do Lagoão, os rios, Escarpa Devoniana, Cachoeira do Lago Azul, Cachoeira do Véu da Noiva, pinturas rupestres, ruínas da fazenda do Coronel Luciano Carneiro Lobo, vestígios da fazenda de propriedade do pai de Dona Isabel Branco e Silva.
5 – Quinto Momento: A importância da consciência histórica voltada para preservação, percepção, conhecer, e como memória e pertencimento.
Para os autores Vieira, Moura, Almeida, 2011, p.18. “Cada estado, região, munícipio ou bairro, assim como cada pessoa, tem sua identidade e sua individualidade, assim como a necessidade de preservar suas raízes.”
Cada indivíduo é parte de um todo – da sociedade e do ambiente onde vive – e constrói, com os demais, a história dessa sociedade, legando às gerações futuras, por meio dos produtos criados e das intervenções no ambiente, registros capazes de propiciar a compreensão da história humana pelas gerações futuras. (Patrimônio Histórico: Como e Por Que Preservar. p. 15).
Com o conhecimento da importância da preservação do Patrimônio Cultural e Natural, o indivíduo constrói a consciência de cidadania, e sentimento de pertencimento.
VI – SÍNTESE INTEGRADORA / AVALIAÇÃO: (20 minutos)
Os alunos deveram responder as perguntas abaixo.
1 – Os alunos deveram identificar um patrimônio material, imaterial, natural.
2 – A importância de conhecer a importância do Patrimônio Cultural e Natural.
VII – RECURSOS
- Fotos em pen-drive para apresentação na TV - suporte de todos os itens relacionados como exemplo.

AULA VISITA AO PATRIMÔNIO TOMBADO DA ESTAÇÃO FERROVIÁRIA.
Tempo: 100 minutos.
Desenvolvimento: (5 minutos)
O professor fará as recomendações necessárias, tanto para o deslocamento, como os cuidados que deveram tomar quando da visita no prédio, uma vez que todos os espaços estão ocupados por departamentos municipais, recomendando levar um caderno e caneta para anotações.
Deslocamento:  (10 minutos) 
Deslocamento se dará a pé, solicitando que observem o estado de conservação e ação de vândalos ou por ação do tempo, nos patrimônios municipais (calçadas, ponte, ponto de ônibus, prédios) no percurso do deslocamento.
Visita ao patrimônio: (30 minutos)
Acompanhado da funcionária responsável pelo Departamento do Turismo, que nos conduza no interior do prédio.
Roda de conversa na plataforma: (20 minutos)
Na plataforma da Estação Ferroviária será respondida pelo estagiário as perguntas formuladas pelos alunos.
Retorno: (10 minutos)
Após as informações obtidas na plataforma da Estação Ferroviária, retornaremos ao colégio, fazendo observações dos mesmos patrimônios públicos com olhar crítico.
Fechamento: (10 minutos)
O professor motivará para que os alunos façam uma reflexão, sobre o estado de conservação dos patrimônios públicos que foram observados no deslocamento e principalmente sobre o bem visitado.
Aviação: (15 minutos)
De forma escrita será solicitado que escrevam sobre suas avaliações os aspectos de conservação e utilização da antiga Estação Ferroviária, enquanto Patrimônio Histórico Local, e também dos patrimônios públicos observados no deslocamento.

VIII - REFERÊNCIAS:
DELPHIM, C. F. M., IPHAN – O Patrimônio Natural no Brasil. Rio de Janeiro. 2004. Disponível em: < http://portal.iphan.gov.br/uploads/publicacao/Patrimonio_Natural_no_Brasil.pdf>. Acesso em: 30 Ago 2017.
Governo do Paraná – Livro Espirais do Tempo – Bens Tombados do Paraná. 2006. p. 227.
MUNICÍPIO DE JAGUARIAÍVA. Dia do Ferroviário e 80 anos da antiga estação. Disponível em: <http://www.jaguariaiva.pr.gov.br/index.php/component/search/?searchword=ferrovi%C3%A1rio%2080%20anos&searchphrase=all&Itemid=1090>. Acesso em 23 Ago 2017.
MUNICÍPIO DE JAGUARIAÍVA. Memorial do Expedicionário. Disponível em: < http://www.jaguariaiva.pr.gov.br/index.php/component/search/?searchword=agente%20durvalino&searchphrase=all&start=20>. Acesso em: 23 Ago 2017.
NILSON GHIRARDELLO,N., BEATRIZ SPISSO, B., Coordenadores, FARIA, G. M., [et al.] Colaboradores. Patrimônio Histórico: Como e Por Que Preservar. Bauru. São Paulo. 2008. Disponível em: <http://www.creasp.org.br/arquivos/publicacoes/patrimonio_historico.pdf>. Acesso em: 30 Ago 2017.
Rede de Viação Paraná Santa Catarina – RVPSC. Histórico da RVPSC. Disponível em: <http://rvpsc.blogspot.com.br/2012/04/historico-da-rvpsc-e-sucessoras.html>. Acesso em 01 Set 2017.
VIEIRA, J. D., MOURA, R. N. A., ALMEIDA, S. A. P. Estágio Supervisionado II. Ponta Grossa/PR: UEPG/ UAB, 2011.
WIKIPEDIA – ENCICLÓDIA LIVRE. Rede de Viação Paraná – Santa Catarina. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Rede_de_Via%C3%A7%C3%A3o_Paran%C3%A1-Santa_Catarina>. Acesso em: 01 Set 2017.

ENSINO DE HISTÓRIA E AS TIC's - TINO


Esta não é uma “notícia falsa”!
Notícias falsas, literacia mediática e outras “estórias”, no último dia da iniciativa “Sete Dias com os Media”, que está a dar mais competências às crianças e aos jovens para se moverem no mundo digital.
Andreia Lobo
11-05-2018

https://images.portoeditora.pt/getresourcesservlet/snews?cDEgjSg%2FgGg98DuS4Sgd7Pxc8arUf%2B%2B3kl88Rw%2BNVrkpz7cKXz3HYwpmmoVVsCv3bh8tzY5ihUwkNcuMqFf86ZhG5EXTK00CO%2BtyvdrWTR4%3D
Em 30 de outubro de 1938 um programa de rádio provocava o pânico nos Estados Unidos da América. George Orson Welles, um jovem de 23 anos, transmitia uma dramatização radiofónica da novela Guerra dos Mundos, do escritor H. G. Wells. Antes, tinha avisado os ouvintes de que se tratava de uma adaptação da obra de ficção científica que relatava a invasão da Terra por extraterrestres. Apesar do aviso, quem apanhou a transmissão a meio, julgou-a verdadeira.
O episódio, recordado por Maria Emília Brederode dos Santos, presidente do Conselho Nacional de Educação, serviu de mote à discussão, com alunos do Ensino Básico e Secundário, sobre o que são as notícias falsas, conhecidas como fake news, na designação inglesa. O encontro, assinalava o fim da semana “Sete Dias com os Media” que todos os anos, na primeira semana de maio, incentiva escolas, professores, entidades públicas e privadas e todos os agentes educativos a promoverem ações de literacia mediática, ao nível nacional. Por isso, a antiga diretora da programação infantil da RTP fez também uma breve incursão pela história da relação dos públicos com os media: os meios de comunicação social.

Vamos por partes. Em 1957, surgia em Portugal a televisão. E, com ela, muitas incertezas sobre qual o seu impacto nos telespetadores. Receios, por exemplo, que “a pancadaria” dos filmes tivesse um efeito negativo sobre os jovens. Suspeitas de que as eleições presidenciais pudessem ser ganhas pelo candidato que na televisão passasse uma “imagem mais fresca”. A história chega à atualidade.
Com as redes sociais, os receios vão no sentido de perceber os contornos dos monopólios. Já não se fala nas preocupações com os efeitos da rádio e da televisão, onde se foram desenvolvendo regulamentos, “tendo em atenção a necessidade de não beliscar a liberdade de imprensa”, ressalva a presidente do CNE. Agora, o problema da relação com os media coloca-se de outra maneira, “mais complicada porque somos não só consumidores, como produtores”. Publicamos conteúdos na Internet, partilhamos informação e imagens.
Nesta nova realidade, como defender os direitos das pessoas à sua imagem, ao seu bom nome e, ao mesmo tempo, não censurar a liberdade de imprensa? Perante uma plateia de alunos, muitos deles envolvidos no projeto do Ministério da Educação “Líderes Digitais”, que também pretende sensibilizar os alunos para a forma como agem na Internet, Maria Emília Brederode dos Santos, defendia que a resposta passava pela existência de órgãos fiscalizadores, a responsabilização dos jornalistas, ou seja, os profissionais dos media e, claro está, a Educação para os Media. “Nas redes sociais não há regulamentos, não há profissionalismo, porque não somos todos jornalistas, então, é preciso mais sentido de responsabilidade da parte de quem produz e partilha informação.”
Mas estes jovens, que lotaram (porque havia gente de pé), no dia 9 de maio, uma sala da Biblioteca Municipal do Porto, numa tarde soalheira, e ouviram as “estórias” de Maria Emília Brederode dos Santos, aprendem que é preciso usar a Internet com consciência. Quem assume a responsabilidade de ser líder digital, sabe o que tem de fazer, como revelam dois alunos da Escola Básica 2.º e 3.º ciclos de Ílhavo. “Alertamos os nossos colegas sobre os perigos da Internet, mas também para o que ela tem de bom”, resume Maria Bastos, de 13 anos. Ao seu lado, Gabriel Marta, de 12 anos, completa a síntese da colega: “Deparamo-nos, muitas vezes, no dia a dia, com situações em que vemos os colegas irem a sites duvidosos e nós fazemos com que percebam, da melhor maneira, o que é fidedigno e o que não é bom para eles.”

Os alunos são “há muito tempo” utilizadores de redes sociais, como o Facebook, o Messenger, Whatsapp ou o  Instagram, mas é o primeiro ano em que participam no projeto “Líderes Digitais”. Até agora, aprenderam bastante: “Ainda não somos mestres”, ressalva Gabriel. “Mas em relação às fake news, por exemplo, sabemos perfeitamente analisar o que é verdadeiro ou falso e o que é interessante”, acrescenta Maria.
Lígia Azevedo, da Direção-Geral da Educação (DGE), acredita que os alunos portugueses estão a ficar mais competentes em matéria de literacia mediática. Com esse intuito, faz questão de recordar as várias iniciativas que a tutela tem desenvolvido, desde 2004, nesta área. E vai dando, como exemplos, desde o mais recente programa “Incode 2030”, aos “Desafios Segura Net”, ao projeto “Dadus” que, brevemente, será revitalizado, até acabar a lista com o programa “Líderes Digitais”.

“Até agora, foram abrangidos cerca de 400 a 500 mil alunos com esta iniciativa, existe um milhão de alunos, por isso, é uma amostra muito pequena. Mas existem outras vertentes, nomeadamente, estas questões estão integradas no currículo de TIC no 7.º e 8.º anos”, refere a responsável da DGE.
Elsa Maio, professora de Informática e de TIC que também acompanha os líderes digitais, garante que “os temas ligados à educação para os media são muito apelativos para os alunos”. Porquê? A resposta não poderia ser mais óbvia: “Porque abordam os interesses que eles têm para além da escola.” Que são: “As questões ligadas à segurança na Internet. Quando começo a abordar o tema, os alunos prestam muita atenção. Sentem que sabem alguma coisa, mas não estão suficientemente esclarecidos. Também têm os seus receios. E gostam de partilhar as experiências menos positivas e consequências que já sofreram”, responde a professora.

Inimigo do entusiasmo é mesmo o tempo curricular destinado à disciplina: 90 minutos, por semana, durante um semestre, ou 45 minutos semanais, durante o ano. “É insuficiente”, critica Elsa Maio, “não dá para abordar tudo aquilo que gostaríamos”.  Pior: “Também não dá, muitas vezes, para deixar os alunos participarem da forma como eles gostariam.”
Se agora o tempo voa, o cenário poderá mudar. É, pelo menos, o que deixa antever Lígia Azevedo, da DGE: “Com o novo projeto de autonomia e flexibilidade curricular, as questões de educação para os media poderão ser trabalhadas de outra forma, não só na vertente da disciplina de TIC, no 7.º e 8.º anos, mas também na vertente da disciplina de Cidadania e Desenvolvimento [a ser lecionada desde o 1.º ciclo até ao 12,º ano] que é transversal e obrigatória.”
Gabriel e Maria frequentam o 7.º ano. Contactam, por isso, com ensinamentos sobre o mundo digital e informático através das aulas de TIC (Tecnologias da Informação e da Comunicação). “Aprendemos coisas básicas, como a trabalhar com o Word e com o PowerPoint, mas que também são importantes”, resume Gabriel. Com o fim do semestre, lamentam ter de ficar à espera do 8.º ano para voltar a ter a disciplina.
No próximo ano letivo, gostariam de poder aprender mais sobre os fenómenos ligados à literacia mediática. “Se as aulas tivessem temas mais interessantes, como as fake news, os sites de phishing, era bom”, sugere Maria. O que não implica que se percam de vista os ensinamentos básicos, argumenta Gabriel: “Temos colegas que têm uma destreza fantástica para jogar jogos e estar nas redes sociais, mas a quem a professora de TIC, neste período, teve de ensinar a usar as letras maiúsculas.” 

Como detetar notícias falsas?
Voltamos ao tema do encontro, organizado pelo Grupo Informal sobre Literacia para os Media. Os líderes digitais do Agrupamento de Escolas de Ílhavo prepararam uma comunicação oral para a assistência sobre as fake news. Entendidas como notícias falsas publicadas na Internet com intenção de desinformar quem as lê. E que, se não são identificadas, vão sendo partilhadas por várias redes sociais. Recebem likes, são twittadas e partilhadas infinitamente. Até que, apesar de serem ficções, um grande número de pessoas começa a acreditar nelas. Um pouco como aconteceu aos ouvintes do programa de George Orson Welles.
Imagine-se o título: “Futebol passa a ser disciplina obrigatória”. Como saber se a notícia é ou não verdade? Os líderes digitais explicam o básico sobre como detetar a falsidade. “Antes de partilhar, convém ler além do título. As notícias falsas exageram nos adjetivos e, muitas vezes, estão cheias de erros ortográficos.” Recapitulando, é preciso não cair na tentação do título apelativo. Seria ótimo, para muitos, ter uma disciplina de futebol na escola. Mas é preciso duvidar do que se lê. E ver se o texto, que surge por baixo, vai ao encontro da informação expressa no título “sensacional”.
Depois, o leitor pode fazer uma verificação rápida para saber quem é o autor da notícia. Ver se existem comentários. Logo, confirmar a fonte, o endereço do site que a publica. O site pode até parecer oficial, mas se é português o mais frequente é terminar em PT. Caso termine noutro domínio é preciso manter as suspeitas.

Passo seguinte. Se a notícia é mesmo importante – como seria esta de obrigar os alunos a pontapear bolas, durante o tempo letivo –  há que perceber se outros meios de comunicação, como os jornais, a televisão e a rádio, também abordam o assunto. Faz-se uma rápida pesquisa online. A maioria dos órgãos de comunicação têm presença na Internet, através de sites oficiais. Ninguém está a falar na notícia? Isso seria um sinal para estar alerta. Os factos a que se refere são atuais ou antigos? Quando se verifica a veracidade de uma notícia também é preciso ter atenção às datas. Outra hipótese é pensar se poderá ser uma piada? É dia 1 de abril? Não é. Então a verdade está apurada. Ter o futebol como disciplina obrigatória é mesmo uma notícia falsa!     
Fonte: Disponível  em: <https://www.educare.pt/noticias/noticia/ver/?id=135042&langid=1>. Acesso em: 19 mai 2018.
ENSINO

Fonte: Disponível em: <https://img1.blogblog.com/img/video_object.png>. Acesso em: 19 mai 2018.

O JOGO “PERFIL HISTÓRICO”: COMO POSSIBILIDADE DE ENSINO DA HISTÓRIA LOCAL – JAGUARIAÍVA SÉCULOS XVIII – XX NO 80 ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL II


UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL
CURSO DE LICENCIATURA EM HISTÓRIA
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA




ADELMAR ZIEMER BATISTA DA CRUZ

MERY HELEN amantino

Sérgio Luiz Alves dos Santos



O JOGO “PERFIL HISTÓRICO”: COMO POSSIBILIDADE DE ENSINO DA HISTÓRIA LOCAL – JAGUARIAÍVA SÉCULOS XVIII – XX NO 80 ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL II









  Ponta Grossa
2018
SUMÁRIO





ADELMAR ZIEMER BATISTA DA CRUZ

MERY HELEN amantino

Sérgio Luiz Alves dos Santos



O JOGO “PERFIL HISTÓRICO”: COMO POSSIBILIDADE DE ENSINO DA HISTÓRIA LOCAL – JAGUARIAÍVA SÉCULOS XVIII – XX NO 80 ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL II



Projeto desenvolvido como requisito parcial de avaliação da disciplina de Oficina de História VI (Aplicação Jogo Pedagógico) do Curso de Licenciatura em História da Universidade Estadual de Ponta Grossa - Paraná.
Tutor Online: Ronualdo da Silva Gualiume.
Professora Formadora: Rubia Caroline Janz.




      

 
  Ponta Gross
2018

O JOGO “PERFIL HISTÓRICO”: COMO POSSIBILIDADE DE ENSINO DA HISTÓRIA LOCAL – JAGUARIAÍVA SÉCULOS XVIII – XX NO 8º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL II





                                                                                                                        ADELMAR ZIEMER BATISTA DA CRUZ[1]
                                              
                                                                                                                                               MERY HELEN AMANTINo[2]


                                                                                                                               SÉRGIO LUIZ ALVES DOS SANTOS[3]


Resumo: Este artigo se propôs a discorrer a projeção, construção e aplicação de uma oficina pedagógica no Ensino Fundamental II do Colégio Estadual Rodrigues Alves. Buscou-se, despertar nos alunos a curiosidade pelos fatos históricos da cidade de Jaguariaíva. Apresentaram-se os personagens históricos, através do Jogo “Perfil Histórico”: como possibilidade de ensino da história local de Jaguariaíva – Séculos XVIII – XX no 8º Ano do Ensino Fundamental II. A presente oficina “Jogo Pedagógico” teve por finalidade demonstrar de que formas aconteceriam, a aplicação prática dessa proposta lúdico-pedagógica. Concebeu-se o jogo como possibilidade viável de Ensino de História, mobilizando-se todos os alunos desta sala de aula de forma lúdica, participativa e prazerosa. Utilizou-se para a pesquisa dos objetos a serem contemplados no Jogo, referenciais teóricos ancorados em: Cide Deren Destefani (1993); Adriano Queiróz Pimentel (1982); Pró-TV/Museu da Televisão Brasileira, onde destacaram-se pessoas ilustres que passaram e deixaram legado na cidade de Jaguariaíva, como: Augusto de Saint Hilaire, Jean Batista Debret, Claro Jansson e o Palhaço Arrelia. A participação e dinâmica da proposta lúdica surtiram resultados positivos e possibilidades de reflexão e reelaboração das atividades avaliativas, como a confecção e discussão efetiva sobre o trabalho com gabaritos.


Palavras-Chave: Fatos Históricos. Jaguariaíva. Personagens Históricos. Jogo. Ensino de História.

INTRODUÇÃO

Como despertar nos alunos a curiosidade pelos fatos históricos da cidade de Jaguariaíva? Apresentam-se os personagens históricos, através do Jogo “Perfil Histórico”: como possibilidade de ensino da história local de Jaguariaíva – Séculos XVIII – XX no 80 Ano do Ensino Fundamental II.
Esperava-se que a dinâmica dessa proposta temática acrescentasse relevantes contribuições para o desenvolvimento do ensino-aprendizagem na espacialidade escolar. Considerava-se como diferencial dessa proposta a participação efetiva de todos os alunos, respondendo-se ou tentando responder aos questionamentos sobre a história local de Jaguariaíva, pois, considerava-se importante que os alunos pudessem através do lúdico, compreender que as consequências do jogo são instrumentos de aprendizagem, de desenvolvimento do espírito colaborativo, de valorização do esforço da equipe, o aprendizado a partir dos erros entendidos como passíveis de reflexão e retomada adequada de atitudes e propondo-se estratégias de enfrentamento e resolução de problemas cotidianos.
Estimou-se que o contato com as imagens de personagens históricos, bem como prédios tombados, paisagens ambientais da cidade de Jaguariaíva, além de conceitos e eventos contextualizados com os conteúdos do professor, pudessem por iniciativa própria darem continuidade às pesquisas atinentes aos assuntos apresentados durante a dinâmica da oficina de história, aplicada.
Através de atividades lúdicas, cogitou-se que dentro um recorte temporal flexível (Século XVIII – XX), a história de Jaguariaíva, poderia ser envolvida à luz da memória coletiva dos remanescentes do tempo presente, onde pode-se contextualizar, compartilhar e explanar curiosidades sobre os objetos históricos do município (pessoas, bens materiais, meio ambiente), nas afirmativas de Giacomoni, o entendimento de “determinados processos históricos mais complexos”, permite que os alunos estabeleçam relações entre “acontecimentos e ações”.
Para esta inquietação, Giacomoni, afirma que o “jogo é uma via de equilíbrio! Equilíbrio entre o sério e a brincadeira, entre as regras e o acaso, entre os objetivos pedagógicos e o desejo do aluno, entre a indução do professor e a liberdade dos alunos”
Na afirmativa de Giacomoni, ainda que se considere esta proposta lúdica de ensino relativamente trabalhosa, se adequadamente planejada e discutida com os sujeitos da aprendizagem, entendeu-se que ela poderia surtir resultados significativos, como respeito à dignidade do outro, aluno/professor, motivação para ampliação e construção de novos conhecimentos, tudo isso, é claro conciliando-se a mediação do professor com a liberdade de ação e pensamento do aluno.
Concorda-se com o autor supramencionado, sobre a importância de se buscar a aprendizagem histórica significativa dos alunos. Compreendeu-se então, as atividades educativas lúdicas, como sendo capazes ainda que de formas de entendimento diversificadas, estabelecer com coerência as relações entre mobilidade temporal histórica dos acontecimentos e das ações dos sujeitos partícipes da história local.
A presente oficina “Jogo Pedagógico” teve por finalidade demonstrar de que formas aconteceriam, a aplicação prática dessa proposta lúdico-pedagógica no 8O ano do Ensino Fundamental II. Concebeu-se o jogo como possibilidade viável de Ensino de História, mobilizando-se todos os alunos desta sala de aula de forma lúdica, participativa e prazerosa.
Pela abordagem da história local em perspectiva de longa duração até as narrativas históricas do tempo presente. Estimou-se que pelo exercício lúdico, pudesse-se desenvolver interdisciplinarmente atividades significativas com alunos do 80 ano.
Desde os anos iniciais do Ensino Fundamental, aprendem-se superficialmente fragmentos do contexto histórico do município de Jaguariaíva, porém, pela narrativa histórica convencional, julgou-se mediar esse ensino pela perspectiva da Nova História Cultural, onde valorizou-se novas abordagens e elementos passíveis de narrativas.
No tempo presente suscitam-se muitas dúvidas sobre quais foram as pessoas ilustres e suas efetivas contribuições para a construção histórica do nosso município. Também os patrimônios históricos tombados, as festas religiosas e a memória coletiva, constituem-se como pontos passíveis de discussão e reflexão lúdica no contexto da sala de aula.  Ofereceu-se possibilidades aos discentes de aprender significativamente a histórica-local.
Utilizou-se para a pesquisa dos objetos a serem contemplados no Jogo, referenciais teóricos ancorados em: Cide Deren Destefani (1993); Adriano Queiróz Pimentel (1982); Pró-TV/Museu da Televisão Brasileira, onde destacam-se pessoas ilustres que passaram e deixaram legado na cidade de Jaguariaíva, como: Augusto de Saint Hilaire, Jean Batista Debret, Claro Janson e o Palhaço Arrelia.
Concebeu-se que a disciplina de história poderia propor e discutir através do suporte jogo, a partir do tempo presente, fragmentos investigativos de outros campos disciplinares, como: a sociologia, a antropologia, a geografia, a ecologia, as artes em geral, a matemática, a religião e tantos outros objetos de discussão e construção histórica.
[...] estabelecer relações interdisciplinares não é uma tarefa que se reduz a uma readequação metodológica curricular, como foi entendido, no passado, pela pedagogia dos projetos. A interdisciplinaridade é uma questão epistemológica e está na abordagem teórica e conceitual dada ao conteúdo em estudo, concretizando-se na articulação das disciplinas, cujos conceitos, teorias e práticas enriquecem a compreensão desse conteúdo. (PARANÁ – DCE, 2008, p. 27).
Conforme a citação exposta, arquitetou-se como pertinente o planejamento, a produção e execução participativa de atividades lúdicas flexíveis para serem aplicadas no 80 ano do Ensino Fundamental II. Depreendeu-se que essas atividades assumem relevância pedagógica, científica e social, pois, permite-se possibilitar aos educandos partícipes compreender a história local a partir de questionamentos do presente, estabelecer-se relação temporal dos acontecimentos, com as rupturas ou permanências dos acontecimentos históricos, com os contemporâneos, tomarem consciência de si enquanto sujeitos históricos, a partir do entendimento de narrativas históricas locais.
 Propôs-se a construir um formato de jogo, que contribuísse com a aprendizagem significativa de conceitos e narrativas históricas, a partir de elementos que motivassem adequadamente os alunos a participarem das atividades, sabendo-se que ganhar não seria o mais importante, mas, que se aprenderia com os erros, sempre se respeitando a individualidade e existência do outro, como objeto e sujeito histórico, bem como suas concepções e representações de mundo.
Apresentou-se os personagens históricos, através da construção e aplicação do Jogo “Perfil Histórico”: Como Possibilidade de Ensino da História Local de Jaguariaíva – Séculos XVIII – XX no 80 Ano do Ensino Fundamental II. Considerou-se o uso de algumas paisagens e pontos turísticos, de modo a conscientizar os alunos da importância de se conhecer a história de sua cidade. Relacionaram-se as imagens com aspectos históricos de Jaguariaíva. Fixaram-se conceitos relevantes para o entendimento da narrativa histórica local. Ampliaram-se os conhecimentos históricos sobre Jaguariaíva através do jogo.

Pensou-se na temática elaborando-se o jogo “Perfil Histórico” tornando-se evidentes determinados personagens históricos que deixaram seu legado na história de Jaguariaíva.

PLANEJAMENTO, DISCUSSÃO E EXECUÇÃO DO JOGO
PEDAGÓGICO

Apresentar os personagens históricos, através do Jogo “Perfil Histórico”: como possibilidade de ensino da história local de Jaguariaíva – Séculos XVIII – XX no 80 Ano do Ensino Fundamental II. Constituiu-se como um desafio inovador a ser trabalhado nesta modalidade de ensino, conferindo aos partícipes informações e possibilidades de aprendizado de relevância social e pedagógica para todos.
Esperava-se que a dinâmica dessa proposta temática acrescentaria relevantes contribuições para o desenvolvimento do ensino-aprendizagem na espacialidade escolar. Considerava-se como diferencial dessa proposta a participação efetiva de todos os alunos, respondendo-se ou tentando-se responder aos questionamentos sobre a história local de Jaguariaíva, pois, tornou-se importante que os alunos passassem através do lúdico, a compreender que as consequências do jogo são instrumentos de aprendizagem, desenvolvessem o espírito colaborativo, valorizando o esforço da equipe, apreendendo-se com os erros percebendo-os como passíveis de reflexão e de retomada adequada de atitudes e proporem estratégias de enfrentamento e resolução de problemas cotidianos.
Avaliou-se que o contato com as imagens de personagens históricos, bem como prédios tombados, paisagens ambientais da cidade de Jaguariaíva, além de conceitos e eventos contextualizados com os conteúdos do professor, pudessem por iniciativa própria, darem continuidade às pesquisas dos assuntos apresentados durante a dinâmica da oficina de história.
Através de atividades lúdicas, conjeturou-se que dentro um recorte temporal flexível (Século XVIII – XX), a história de Jaguariaíva, pudesse ser envolvida à luz da memória coletiva dos remanescentes do tempo presente, onde pode-se contextualizar, compartilhar e explanar curiosidades sobre os objetos históricos do município (pessoas, bens materiais de valoração histórica, meio ambiente), nas afirmativas de Giacomoni, o entendimento de “determinados processos históricos mais complexos”, permite que os alunos estabeleçam relações entre “acontecimentos e ações”.
Para esta inquietação, Giacomoni, afirma que o “jogo é uma via de equilíbrio! Equilíbrio entre o sério e a brincadeira, entre as regras e o acaso, entre os objetivos pedagógicos e o desejo do aluno, entre a indução do professor e a liberdade dos alunos”
Na afirmativa de Giacomoni, ainda que considere esta proposta lúdica de ensino relativamente trabalhosa, se adequadamente planejada e discutida com os sujeitos da aprendizagem, entende-se que ela pode surtir resultados significativos, como respeito à dignidade do outro [aluno/professor], motivação para ampliação e construção de novos conhecimentos, tudo isso, é claro compondo-se a mediação do professor com a liberdade de ação e pensamento do aluno.
Concorda-se com o autor supramencionado, sobre a importância de se buscar a aprendizagem histórica significativa dos alunos, propôs-se então, através de atividades educativas lúdicas, concebidas como capazes ainda que de formas de entendimento diversificadas, estabelecer com coerência as relações entre mobilidade temporal histórica dos acontecimentos e das ações dos sujeitos partícipes da história em perspectiva local.
Através dos referenciais teóricos já expostos, elaboraram-se propostas que contemplassem aspectos e atividades de forma lúdica. Que motivassem efetivamente aos alunos a participarem e produzirem ainda que em longo prazo concepções sobre os aspectos relevantes para narrativa da história local da cidade de Jaguariaíva.
Foram confeccionadas e impressas com seus respectivos enunciados vinte cartas/fichas, que fundamentaram o desenvolvimento e dinâmica efetiva da proposta de atividade lúdica, categorizadas em: a) Pessoas Ilustres; b) Patrimônios Tombados; c) Patrimônios de Valor Histórico; d) Patrimônio Ambiental e) Cartas Curingas, pontuadas de 0 à 180 da soma máxima de todas as assertivas.
Aplicando-se a oficina após feedback dos professores da Universidade Estadual de Ponta Grossa – Paraná, pontua-se como aspectos proeminentes: a) A recepção da professora supervisora técnica, a Sra. Alcione, que nos deixou à vontade para as explanações explicativas sobre a dinâmica do “Jogo Pedagógico”, além da sua própria; b) A divisão das atribuições dos acadêmicos estagiários, desenvolvidas durante a dinâmica da oficina (distribuição e coleta das cartas/fichas assinaladas, a compilação e cálculo das pontuações das equipes; as respostas às indagações dos alunos durante a oficina, etc.); c) Síntese integradora aberta onde provocou-se a interação entre alunos, professor e estagiários.
Teve-se início a aplicação da oficina pedagógica ás 15h10min, sendo encerrada às 16h50min, com a distribuição e agradecimento dos acadêmicos, pela colaboração e efetiva participação de todos no processo didático lúdico proposto.
Pontua-se como importante a participação de um aluno com necessidades especiais de educação (Altista), o qual solicitara da acadêmica (Mery Helen) e recebera uma carta/ficha para assinalar, destaca-se que ele acertou as suas indicações.


REFLETINDO E NARRANDO OS RESULTADOS DA APLICAÇÃO DO JOGO PEDAGÓGICO

Apresentam-se agora alguns aspectos relevantes sobre o processo de escolha do tema, do referencial teórico, da superfície e de seus elementos constitutivos, de forma a torna-lo exequível, dinâmico e de resultados pedagógicos efetivos.
Divulgou-se o município de Jaguariaíva, evidenciando-se através de uma proposta pedagógico-lúdica imagens e enunciados desafiadores, sobre pessoas ilustres, patrimônios tombados, patrimônios de valor histórico, patrimônios ambientais e finalmente as cartas curingas, utilizadas como forma de premiação e controle da professora supervisora técnica.
A participação interativa dos alunos, os resultados da dinâmica do Jogo Pedagógico construído foram surpreendentes. Apresentou-se para os alunos e para professora supervisora técnica os detalhes de funcionamento da dinâmica, as regras, as formas de pontuação das assertivas e principalmente, alertou-se os alunos de que os resultados seriam imprevisíveis. 
Muitas perguntas feitas durante a dinâmica foram respondidas pelo acadêmico Adelmar. A síntese integradora aberta apresentou resultados avaliativos positivos, em que os alunos reconheceram e aplaudiram a atuação dos criadores e aplicadores da oficina pedagógica.
Pontua-se que durante o processo de construção da proposta, houve algumas divergências de pensamentos na condução de criação da proposta e construção do Jogo Pedagógico, porém, elas foram válidas, não interferiram negativamente nos resultados de concretização desse projeto.
Relata-se que houve pouca discussão e consequentemente alguns desencontros a respeito das atribuições dos estagiários durante a dinâmica do jogo, principalmente no uso e compreensão mais efetiva do gabarito, para compilação e registro dos valores das assertivas no quadro de giz.
Conclui-se que esta dinâmica funcionou com efetiva participação de todos os alunos, durante as duas horas aulas, pode-se estimar o perfil dos grupos, como os que arriscam mais, demonstrando-se autoconfiantes, os grupos que são mais comedidos, porém com alcance efetivo dos objetivos buscados, e os que arriscam menos. Percebeu-se que todos discutiam sobre as escolhas, quando da marcação das alternativas suportadas nas cartas/fichas.
Concebe-se como válida esta proposta lúdica de ensino de história, e que seguramente, pode ser readequada para outras formas de desenvolvimento temático, porém, uma discussão e adequação mais efetiva sobre a utilização do gabarito faz-se necessária, além de outras que surgirem.

REFERÊNCIAS

ASSIS, Elizabete Xavier; BELLÉ, Kássia e BOSCO, Vania Dilma. O Ensino da História Local e Sua Importância. REDIVE – Revista de Divulgação Interdisciplinar do Núcleo de Licenciaturas, UNIVALI. 2013.

AXT, José. Jaguariaíva do Tropeirismo Aos Dias Atuais. Impressão Guarani Artes Gráficas Itararé Ltda. 2000. 34 p.

D’ALESSIO NETO, Vito. Claro Jansson: o fotógrafo viajante. Edição e Arte. Leopoldo José Silva Junior. São Paulo – SP. 2003. 120 p.

DESTEFANI, Cid Deren. A Cruz do Alemão. Formato tabloide. Revisão Final 1993. Impressão Cliclepar. Curitiba. 64 p.

FERREIRA, Angela Ribeiro. Fascículo de Oficina de História VI. Ponta Grossa: UEPG/NUTEAD, 2011, p. 21-30.

MEINERZ, C. B. Jogar com a história na sala de aula. GIACOMONI, M. P. Construindo jogos para o ensino de História. In: GIACOMONI, M. P. PEREIRA, N. M. Jogos e Ensino de História. 1 Ed. Porto Alegre: Evangraf, 2013. p. 101–147.

PARANÁ. Diretrizes Curriculares da Educação Básica História. Paraná, 2008.

______, Secretária de Estado da Educação do Paraná. Diretrizes Curriculares da Educação Básica. 2008. 93 p. Disponível em: <https://ava.uepg.br/graduacao/pluginfile.php/348469/mod_book/chapter/19660/Diretrizes_Historia_un1.pdf>. Acesso em: 08 mar 2017.

PIMENTEL, Adriano Queiróz. Apontamentos Históricos de Itararé: seus homens e suas realizações. Tipografia Itararé Ltda. Itararé – São Paulo. 1982, 202 p.

Pró-TV/Museu da Televisão Brasileira. Vídeo. Waldemar Seyssel – Palhaço Arrelia. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=gEeS0ovYDVY&t=209s>. 1998. Acesso em: 15 mar 2018.

SAINT-HILAIRE, Auguste. Viagem a Curitiba e Província de Santa Catarina. Editora Itatiaia - São Paulo. Tradução Regina Regis Junqueira. 1978. 209 p. WIKIPÉDIA, A Enciclopédia Livre. Arrelia. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Arrelia>. Acesso em: 27 mar 2018.

YOUTUB. Fotos históricas de Jaguariaíva. Disponível em: https://youtu.be/CU2Vx0FhJR0. Acessado em: 15 abr. 2018.


APÊNDICE A: GABARITO JOGO PEDAGÓGICO

1.                  Categoria [Pessoa ilustre] – Henrique Henning (1838-1894).

A)    Incorreta -                        0,0 pontos.
B)    Correta -                           80 pontos.
C)    Correta -                           60 pontos.
D)    Correta -                           40 pontos.                   Total = 180 pontos.

1. Categoria [Pessoa ilustre] – Augusto Saint Hilaire (1799-1883).

a)      Correta -                           100 pontos.
b)      Correta -                           80 pontos.
c)      Incorreta -                        0,0 pontos.
d)     Correta -                           40 pontos.                   Total = 220 pontos.
1. Categoria [Pessoa Ilustre] – Jean Baptiste Debret (1768-1848].

a)      Incorreta -                        0,0 pontos.
b)      Correta -                           80 pontos.
c)      Correta -                           60 pontos.
d)     Correta -                           40 pontos.                   Total = 180 pontos.
1.Categoria [Pessoa Ilustre] – Claro Gustavo Jansson (1887-1954).

a)      Incorreta -                        0,0 pontos.
b)      Correta -                            80 pontos.
c)      Correta -                            60 pontos.
d)     Correta -                            40 pontos.                  Total = 180 pontos.
1. Categoria [Pessoa Ilustre] – Waldemar Seyssel (1905-2005).
a) correta -                              100 pontos.
b) correta -                                80 pontos.
c) correta -                                60 pontos.
d) correta –                               40 pontos.                   Total = 280 pontos.
2 . Categoria [Patrimônio Tombado] – Estação Ferroviária

a)      Correta –                           100 pontos.
b)      Correta –                             80 pontos.
c)      Incorreta -                             0,0 pontos.
d)     Correta -                                 40 pontos.                   Total = 220 pontos.
2. Categoria [Patrimônio Tombado] – Igreja do Senhor Bom Jesus da Pedra Fria.

a) correta -                                  100 pontos.
b) incorreta -                                0,0 pontos.
c) correta -                                    60 pontos.
d) correta -                                   40 pontos.                     Total = 200 pontos.       
2. Categoria [Patrimônio Tombado] – Edifício Sede da Prefeitura de Jaguariaíva.

a) correta -                                  100 pontos.
b) incorreta -                                0,0 pontos.
c) correta -                                    60 pontos.
d) incorreta -                                0,0 pontos.                       Total = 160 pontos.
2. Categoria [Patrimônio Tombado] – Grupo Escolar Isabel Branco.

a)      Incorreta -                              0,0 pontos.
b)      Correta -                                  80 pontos.
c)      Incorreta -                               0,0 pontos.
d)     Correta -                                   40 pontos.                      Total = 120 pontos.   

3. Categoria [Patrimônio Ambiental] Morro da Mandinga.
a) correta -                                     100 pontos.
b) correta –                                      80 pontos.
c) correta -                                       60 pontos.
d) correta -                                     40 pontos.                      Total = 280 pontos.              
3.         Categoria [Patrimônio Ambiental] Véu da Noiva.

a) correta -                              100 pontos.
b) correta -                               80 pontos.
c) incorreta -                            0,0 pontos.
d) correta -                               40 pontos.                             Total = 220 pontos.   
3.         Categoria [Patrimônio Ambiental] Lago Azul.

a) incorreta -                             0,0 pontos.
b) correta -                                 80 pontos.
c) correta-                                  60 pontos.
d) incorreta -                             0,0 pontos.                             Total = 140 pontos.
3.         Categoria [Patrimônio Ambiental] Escarpa Devoniana.

a) correta -                                100 pontos.
b) correta -                                  80 pontos.
c) incorreta -                              0,0 pontos.
d) correta -                                 40 pontos.                             Total = 220 pontos.
3.         Categoria [Patrimônio Ambiental] Cânion do Rio Jaguariaíva.

a) incorreta -                               0,0 pontos.
b) correta -                                   80 pontos.
c) correta -                                   60pontos.
d) correta -                                  40 pontos.                               Total = 180 pontos.
4. Categoria [Curinga] -  Imagem do Sertanejo.

R: PR-15I – Rodovia / Trevo que dá acesso à cidade de Jaguariaíva e ao Distrito Eduardo Xavier da Silva [Sertão de Cima].                                          Total = pontos a serem definida pela professora supervisora técnica.



4. Categoria [Curinga] – Imagem do Edifício da Prefeitura do Município de Jaguariaíva
R: Otélio Renato Baroni.                                        Total = pontos a serem definidos, pela professora supervisora técnica.
5. Monumento de Valor Histórico     [Chafariz Municipal].

a) correta -                              100 pontos.
b) correta -                              80 pontos.
c) incorreta -                            0,0 pontos.
d) correta -                              40 pontos.                             Total = 220 pontos.
5. Monumento de Valor Histórico [Pedra em Comemoração ao Centenário de Emancipação do Paraná (1953) ].

a) correta -                              100 pontos.
b) correta -                               80 pontos.
c) correta –                              60 pontos.
d) correta -                              40 pontos.                              Total = 280 pontos.
5. Monumento de Valor Histórico [Poço do Inferno].

a) incorreta -                            0,0 pontos.
b) incorreta -                            0,0 pontos.
c) correta -                                60 pontos.
d) correta -                                40 pontos.                            Total = 100 pontos.
5. Monumento de Valor Histórico [Cânion do Codó].

a) correta -                                100 pontos.
b) correta -                                  80 pontos.
c) correta -                                  60 pontos.
d) correta -                                 40 pontos.                           Total = 280 pontos.

TABELA DE PONTUAÇÃO

Grupo
?
Pontuação
a
Soma
0
PATRIMÔNO TOMBADO
PESSOAS ILUSTRES
PATRIMÔNIO AMBIENTAL
MONUMENTO VALOR HISTÓRICO
CURINGA
1
A
100





2
B
80





3
C
60





4
D
40





T

280








[1] Graduando (2015-2018) do Curso de Licenciatura em História pela Universidade Estadual de Ponta Grossa – Paraná. E-mail: tinoadelmar@gmail.com.
[2] Graduanda (2015-2018) do Curso de Licenciatura em História pela Universidade Estadual de Ponta Grossa – Paraná. E-mail: meryhelen.mh44@gmail.com.
[3] Graduando (2015-2018) do Curso de Licenciatura em História pela Universidade Estadual de Ponta Grossa – Paraná. E-mail: sergioluiza6@gmail.com.