UNIVERSIDADE ABERTA
DO BRASIL
CURSO DE
LICENCIATURA EM HISTÓRIA
UNIVERSIDADE
ESTADUAL DE PONTA GROSSA
ADELMAR ZIEMER BATISTA DA CRUZ
MERY HELEN amantino
Sérgio Luiz Alves dos Santos
O
JOGO “PERFIL HISTÓRICO”: COMO POSSIBILIDADE DE ENSINO DA HISTÓRIA LOCAL –
JAGUARIAÍVA SÉCULOS XVIII – XX NO 80 ANO DO ENSINO
FUNDAMENTAL II
Ponta Grossa
2018
SUMÁRIO
ADELMAR ZIEMER BATISTA DA CRUZ
MERY HELEN amantino
Sérgio Luiz Alves dos Santos
O
JOGO “PERFIL HISTÓRICO”: COMO POSSIBILIDADE DE ENSINO DA HISTÓRIA LOCAL –
JAGUARIAÍVA SÉCULOS XVIII – XX NO 80 ANO DO ENSINO
FUNDAMENTAL II
Projeto desenvolvido como requisito parcial
de avaliação da disciplina de Oficina de História VI (Aplicação Jogo
Pedagógico) do Curso de Licenciatura em História da Universidade Estadual de
Ponta Grossa - Paraná.
Tutor Online: Ronualdo da Silva Gualiume.
Professora Formadora: Rubia Caroline Janz.
Ponta Gross
2018
O
JOGO “PERFIL HISTÓRICO”: COMO POSSIBILIDADE DE ENSINO DA HISTÓRIA LOCAL –
JAGUARIAÍVA SÉCULOS XVIII – XX NO 8º ANO DO ENSINO
FUNDAMENTAL II
ADELMAR ZIEMER BATISTA DA CRUZ[1]
Resumo: Este artigo se propôs a discorrer a
projeção, construção e aplicação de uma oficina pedagógica no Ensino
Fundamental II do Colégio Estadual Rodrigues Alves. Buscou-se, despertar
nos alunos a curiosidade pelos fatos históricos da cidade de
Jaguariaíva. Apresentaram-se os personagens históricos, através do Jogo “Perfil
Histórico”: como possibilidade de ensino da história local de Jaguariaíva –
Séculos XVIII – XX no 8º Ano do Ensino Fundamental II. A presente
oficina “Jogo Pedagógico” teve por finalidade demonstrar de que formas aconteceriam,
a aplicação prática dessa proposta lúdico-pedagógica. Concebeu-se o jogo como
possibilidade viável de Ensino de História, mobilizando-se todos os alunos
desta sala de aula de forma lúdica, participativa e prazerosa. Utilizou-se para
a pesquisa dos objetos a serem contemplados no Jogo, referenciais teóricos
ancorados em: Cide Deren Destefani (1993); Adriano Queiróz Pimentel (1982);
Pró-TV/Museu da Televisão Brasileira, onde destacaram-se pessoas ilustres que
passaram e deixaram legado na cidade de Jaguariaíva, como: Augusto de Saint
Hilaire, Jean Batista Debret, Claro Jansson e o Palhaço Arrelia. A participação
e dinâmica da proposta lúdica surtiram resultados positivos e possibilidades de
reflexão e reelaboração das atividades avaliativas, como a confecção e
discussão efetiva sobre o trabalho com gabaritos.
INTRODUÇÃO
Como
despertar nos alunos a curiosidade pelos fatos históricos da cidade de
Jaguariaíva? Apresentam-se os personagens históricos, através do Jogo “Perfil
Histórico”: como possibilidade de ensino da história local de Jaguariaíva –
Séculos XVIII – XX no 80 Ano do Ensino Fundamental II.
Esperava-se
que a dinâmica dessa proposta temática acrescentasse relevantes contribuições
para o desenvolvimento do ensino-aprendizagem na espacialidade escolar.
Considerava-se como diferencial dessa proposta a participação efetiva de todos
os alunos, respondendo-se ou tentando responder aos questionamentos sobre a
história local de Jaguariaíva, pois, considerava-se importante que os alunos
pudessem através do lúdico, compreender que as consequências do jogo são
instrumentos de aprendizagem, de desenvolvimento do espírito colaborativo, de valorização
do esforço da equipe, o aprendizado a partir dos erros entendidos como
passíveis de reflexão e retomada adequada de atitudes e propondo-se estratégias
de enfrentamento e resolução de problemas cotidianos.
Estimou-se
que o contato com as imagens de personagens históricos, bem como prédios
tombados, paisagens ambientais da cidade de Jaguariaíva, além de conceitos e
eventos contextualizados com os conteúdos do professor, pudessem por iniciativa
própria darem continuidade às pesquisas atinentes aos assuntos apresentados
durante a dinâmica da oficina de história, aplicada.
Através de
atividades lúdicas, cogitou-se que dentro um recorte temporal flexível (Século
XVIII – XX), a história de Jaguariaíva, poderia ser envolvida à luz da memória
coletiva dos remanescentes do tempo presente, onde pode-se contextualizar,
compartilhar e explanar curiosidades sobre os objetos históricos do município
(pessoas, bens materiais, meio ambiente), nas afirmativas de Giacomoni, o
entendimento de “determinados processos históricos mais complexos”, permite que
os alunos estabeleçam relações entre “acontecimentos e ações”.
Para esta
inquietação, Giacomoni, afirma que o “jogo é uma via de equilíbrio! Equilíbrio
entre o sério e a brincadeira, entre as regras e o acaso, entre os objetivos
pedagógicos e o desejo do aluno, entre a indução do professor e a liberdade dos
alunos”
Na
afirmativa de Giacomoni, ainda que se considere esta proposta lúdica de ensino
relativamente trabalhosa, se adequadamente planejada e discutida com os sujeitos
da aprendizagem, entendeu-se que ela poderia surtir resultados significativos,
como respeito à dignidade do outro, aluno/professor, motivação para ampliação e
construção de novos conhecimentos, tudo isso, é claro conciliando-se a mediação
do professor com a liberdade de ação e pensamento do aluno.
Concorda-se com o autor supramencionado,
sobre a importância de se buscar a aprendizagem histórica significativa dos
alunos. Compreendeu-se então, as atividades educativas lúdicas, como sendo
capazes ainda que de formas de entendimento diversificadas, estabelecer com
coerência as relações entre mobilidade temporal histórica dos acontecimentos e
das ações dos sujeitos partícipes da história local.
A presente oficina “Jogo Pedagógico” teve por finalidade demonstrar de
que formas aconteceriam, a aplicação prática dessa proposta lúdico-pedagógica
no 8O ano do Ensino Fundamental II. Concebeu-se o jogo como
possibilidade viável de Ensino de História, mobilizando-se todos os alunos
desta sala de aula de forma lúdica, participativa e prazerosa.
Pela abordagem da história local em perspectiva de longa duração até as
narrativas históricas do tempo presente. Estimou-se que pelo exercício lúdico,
pudesse-se desenvolver interdisciplinarmente atividades significativas com
alunos do 80 ano.
Desde os anos iniciais do Ensino Fundamental, aprendem-se
superficialmente fragmentos do contexto histórico do município de Jaguariaíva,
porém, pela narrativa histórica convencional, julgou-se mediar esse ensino pela
perspectiva da Nova História Cultural, onde valorizou-se novas abordagens e
elementos passíveis de narrativas.
No tempo presente suscitam-se muitas dúvidas sobre quais foram as
pessoas ilustres e suas efetivas contribuições para a construção histórica do
nosso município. Também os patrimônios históricos tombados, as festas religiosas
e a memória coletiva, constituem-se como pontos passíveis de discussão e
reflexão lúdica no contexto da sala de aula. Ofereceu-se possibilidades aos discentes de aprender
significativamente a histórica-local.
Utilizou-se para a pesquisa dos objetos a serem contemplados no Jogo,
referenciais teóricos ancorados em: Cide Deren Destefani (1993); Adriano
Queiróz Pimentel (1982); Pró-TV/Museu da Televisão Brasileira, onde destacam-se
pessoas ilustres que passaram e deixaram legado na cidade de Jaguariaíva, como:
Augusto de Saint Hilaire, Jean Batista Debret, Claro Janson e o Palhaço
Arrelia.
Concebeu-se que a disciplina de história poderia propor e discutir
através do suporte jogo, a partir do tempo presente, fragmentos investigativos
de outros campos disciplinares, como: a sociologia, a antropologia, a
geografia, a ecologia, as artes em geral, a matemática, a religião e tantos outros
objetos de discussão e construção histórica.
[...] estabelecer relações interdisciplinares não é
uma tarefa que se reduz a uma readequação metodológica curricular, como foi
entendido, no passado, pela pedagogia dos projetos. A interdisciplinaridade é uma
questão epistemológica e está na abordagem teórica e conceitual dada ao
conteúdo em estudo, concretizando-se na articulação das disciplinas, cujos
conceitos, teorias e práticas enriquecem a compreensão desse conteúdo. (PARANÁ
– DCE, 2008, p. 27).
Conforme a citação exposta, arquitetou-se como pertinente o
planejamento, a produção e execução participativa de atividades lúdicas flexíveis
para serem aplicadas no 80 ano do Ensino Fundamental II.
Depreendeu-se que essas atividades assumem relevância pedagógica, científica e
social, pois, permite-se possibilitar aos educandos partícipes compreender a
história local a partir de questionamentos do presente, estabelecer-se relação
temporal dos acontecimentos, com as rupturas ou permanências dos acontecimentos
históricos, com os contemporâneos, tomarem consciência de si enquanto sujeitos
históricos, a partir do entendimento de narrativas históricas locais.
Propôs-se a construir um formato
de jogo, que contribuísse com a aprendizagem significativa de conceitos e
narrativas históricas, a partir de elementos que motivassem adequadamente os
alunos a participarem das atividades, sabendo-se que ganhar não seria o mais
importante, mas, que se aprenderia com os erros, sempre se respeitando a
individualidade e existência do outro, como objeto e sujeito histórico, bem
como suas concepções e representações de mundo.
Apresentou-se os personagens históricos, através da construção e
aplicação do Jogo “Perfil Histórico”: Como Possibilidade de Ensino da História
Local de Jaguariaíva – Séculos XVIII – XX no 80 Ano do Ensino
Fundamental II. Considerou-se o uso de algumas paisagens e pontos turísticos,
de modo a conscientizar os alunos da importância de se conhecer a história de
sua cidade.
Relacionaram-se as imagens com aspectos históricos de Jaguariaíva. Fixaram-se conceitos
relevantes para o entendimento da narrativa histórica local. Ampliaram-se os
conhecimentos históricos sobre Jaguariaíva através do jogo.
Pensou-se na temática
elaborando-se o jogo “Perfil Histórico” tornando-se evidentes determinados
personagens históricos que deixaram seu legado na história de Jaguariaíva.
PLANEJAMENTO, DISCUSSÃO E EXECUÇÃO DO JOGO
PEDAGÓGICO
Apresentar
os personagens históricos, através do Jogo “Perfil Histórico”: como
possibilidade de ensino da história local de Jaguariaíva – Séculos XVIII – XX
no 80 Ano do Ensino Fundamental II. Constituiu-se como um desafio
inovador a ser trabalhado nesta modalidade de ensino, conferindo aos partícipes
informações e possibilidades de aprendizado de relevância social e pedagógica
para todos.
Esperava-se
que a dinâmica dessa proposta temática acrescentaria relevantes contribuições
para o desenvolvimento do ensino-aprendizagem na espacialidade escolar.
Considerava-se como diferencial dessa proposta a participação efetiva de todos
os alunos, respondendo-se ou tentando-se responder aos questionamentos sobre a
história local de Jaguariaíva, pois, tornou-se importante que os alunos passassem
através do lúdico, a compreender que as consequências do jogo são instrumentos
de aprendizagem, desenvolvessem o espírito colaborativo, valorizando o esforço
da equipe, apreendendo-se com os erros percebendo-os como passíveis de reflexão
e de retomada adequada de atitudes e proporem estratégias de enfrentamento e
resolução de problemas cotidianos.
Avaliou-se
que o contato com as imagens de personagens históricos, bem como prédios
tombados, paisagens ambientais da cidade de Jaguariaíva, além de conceitos e
eventos contextualizados com os conteúdos do professor, pudessem por iniciativa
própria, darem continuidade às pesquisas dos assuntos apresentados durante a
dinâmica da oficina de história.
Através de
atividades lúdicas, conjeturou-se que dentro um recorte temporal flexível
(Século XVIII – XX), a história de Jaguariaíva, pudesse ser envolvida à luz da
memória coletiva dos remanescentes do tempo presente, onde pode-se
contextualizar, compartilhar e explanar curiosidades sobre os objetos
históricos do município (pessoas, bens materiais de valoração histórica, meio
ambiente), nas afirmativas de Giacomoni, o entendimento de “determinados processos
históricos mais complexos”, permite que os alunos estabeleçam relações entre
“acontecimentos e ações”.
Para esta
inquietação, Giacomoni, afirma que o “jogo é uma via de equilíbrio! Equilíbrio
entre o sério e a brincadeira, entre as regras e o acaso, entre os objetivos
pedagógicos e o desejo do aluno, entre a indução do professor e a liberdade dos
alunos”
Na
afirmativa de Giacomoni, ainda que considere esta proposta lúdica de ensino
relativamente trabalhosa, se adequadamente planejada e discutida com os sujeitos
da aprendizagem, entende-se que ela pode surtir resultados significativos, como
respeito à dignidade do outro [aluno/professor], motivação para ampliação e
construção de novos conhecimentos, tudo isso, é claro compondo-se a mediação do
professor com a liberdade de ação e pensamento do aluno.
Concorda-se com
o autor supramencionado, sobre a importância de se buscar a aprendizagem
histórica significativa dos alunos, propôs-se então, através de atividades
educativas lúdicas, concebidas como capazes ainda que de formas de entendimento
diversificadas, estabelecer com coerência as relações entre mobilidade temporal
histórica dos acontecimentos e das ações dos sujeitos partícipes da história em
perspectiva local.
Através dos
referenciais teóricos já expostos, elaboraram-se propostas que contemplassem
aspectos e atividades de forma lúdica. Que motivassem efetivamente aos alunos a
participarem e produzirem ainda que em longo prazo concepções sobre os aspectos
relevantes para narrativa da história local da cidade de Jaguariaíva.
Foram
confeccionadas e impressas com seus respectivos enunciados vinte cartas/fichas,
que fundamentaram o desenvolvimento e dinâmica efetiva da proposta de atividade
lúdica, categorizadas em: a) Pessoas Ilustres; b) Patrimônios Tombados; c)
Patrimônios de Valor Histórico; d) Patrimônio Ambiental e) Cartas Curingas,
pontuadas de 0 à 180 da soma máxima de todas as assertivas.
Aplicando-se
a oficina após feedback dos professores da Universidade Estadual de Ponta
Grossa – Paraná, pontua-se como aspectos proeminentes: a) A recepção da
professora supervisora técnica, a Sra. Alcione, que nos deixou à vontade para
as explanações explicativas sobre a dinâmica do “Jogo Pedagógico”, além da sua
própria; b) A divisão das atribuições dos acadêmicos estagiários, desenvolvidas
durante a dinâmica da oficina (distribuição e coleta das cartas/fichas
assinaladas, a compilação e cálculo das pontuações das equipes; as respostas às
indagações dos alunos durante a oficina, etc.); c) Síntese integradora aberta
onde provocou-se a interação entre alunos, professor e estagiários.
Teve-se
início a aplicação da oficina pedagógica ás 15h10min, sendo encerrada às
16h50min, com a distribuição e agradecimento dos acadêmicos, pela colaboração e
efetiva participação de todos no processo didático lúdico proposto.
Pontua-se
como importante a participação de um aluno com necessidades especiais de
educação (Altista), o qual solicitara da acadêmica (Mery Helen) e recebera uma
carta/ficha para assinalar, destaca-se que ele acertou as suas indicações.
REFLETINDO E NARRANDO OS RESULTADOS DA APLICAÇÃO DO JOGO PEDAGÓGICO
Apresentam-se agora alguns aspectos relevantes sobre
o processo de escolha do tema, do referencial teórico, da superfície e de seus
elementos constitutivos, de forma a torna-lo exequível, dinâmico e de
resultados pedagógicos efetivos.
Divulgou-se o município de Jaguariaíva,
evidenciando-se através de uma proposta pedagógico-lúdica imagens e enunciados
desafiadores, sobre pessoas ilustres, patrimônios tombados, patrimônios de
valor histórico, patrimônios ambientais e finalmente as cartas curingas,
utilizadas como forma de premiação e controle da professora supervisora
técnica.
A participação interativa dos alunos, os resultados
da dinâmica do Jogo Pedagógico construído foram surpreendentes. Apresentou-se
para os alunos e para professora supervisora técnica os detalhes de
funcionamento da dinâmica, as regras, as formas de pontuação das assertivas e
principalmente, alertou-se os alunos de que os resultados seriam imprevisíveis.
Muitas perguntas feitas durante a dinâmica foram respondidas
pelo acadêmico Adelmar. A síntese integradora aberta apresentou resultados
avaliativos positivos, em que os alunos reconheceram e aplaudiram a atuação dos
criadores e aplicadores da oficina pedagógica.
Pontua-se que durante o processo de construção da
proposta, houve algumas divergências de pensamentos na condução de criação da
proposta e construção do Jogo Pedagógico, porém, elas foram válidas, não
interferiram negativamente nos resultados de concretização desse projeto.
Relata-se que houve pouca discussão e
consequentemente alguns desencontros a respeito das atribuições dos estagiários
durante a dinâmica do jogo, principalmente no uso e compreensão mais efetiva do
gabarito, para compilação e registro dos valores das assertivas no quadro de
giz.
Conclui-se que esta dinâmica funcionou com efetiva
participação de todos os alunos, durante as duas horas aulas, pode-se estimar o
perfil dos grupos, como os que arriscam mais, demonstrando-se autoconfiantes,
os grupos que são mais comedidos, porém com alcance efetivo dos objetivos
buscados, e os que arriscam menos. Percebeu-se que todos discutiam sobre as
escolhas, quando da marcação das alternativas suportadas nas cartas/fichas.
Concebe-se como válida esta proposta lúdica de ensino
de história, e que seguramente, pode ser readequada para outras formas de
desenvolvimento temático, porém, uma discussão e adequação mais efetiva sobre a
utilização do gabarito faz-se necessária, além de outras que surgirem.
REFERÊNCIAS
ASSIS,
Elizabete Xavier; BELLÉ, Kássia e BOSCO, Vania Dilma. O Ensino da História Local e Sua Importância. REDIVE – Revista de
Divulgação Interdisciplinar do Núcleo de Licenciaturas, UNIVALI. 2013.
AXT, José. Jaguariaíva do Tropeirismo Aos Dias Atuais.
Impressão Guarani Artes Gráficas Itararé Ltda. 2000. 34 p.
D’ALESSIO
NETO, Vito. Claro Jansson: o fotógrafo
viajante. Edição e Arte. Leopoldo José Silva Junior. São Paulo – SP. 2003.
120 p.
DESTEFANI, Cid Deren. A Cruz do
Alemão. Formato tabloide. Revisão Final 1993. Impressão Cliclepar.
Curitiba. 64 p.
FERREIRA,
Angela Ribeiro. Fascículo de Oficina
de História VI. Ponta
Grossa: UEPG/NUTEAD, 2011, p. 21-30.
MEINERZ, C. B.
Jogar com a história na
sala de aula. GIACOMONI, M. P. Construindo jogos para o ensino de
História. In: GIACOMONI, M. P. PEREIRA, N. M. Jogos e Ensino de História. 1 Ed. Porto
Alegre: Evangraf, 2013. p. 101–147.
PARANÁ. Diretrizes Curriculares da Educação Básica História. Paraná,
2008.
______, Secretária de Estado da Educação do Paraná. Diretrizes Curriculares da Educação Básica. 2008. 93 p. Disponível
em:
<https://ava.uepg.br/graduacao/pluginfile.php/348469/mod_book/chapter/19660/Diretrizes_Historia_un1.pdf>.
Acesso em: 08 mar 2017.
PIMENTEL, Adriano Queiróz. Apontamentos
Históricos de Itararé: seus homens e suas realizações. Tipografia Itararé
Ltda. Itararé – São Paulo. 1982, 202 p.
Pró-TV/Museu da Televisão Brasileira.
Vídeo. Waldemar Seyssel – Palhaço
Arrelia. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=gEeS0ovYDVY&t=209s>. 1998. Acesso em: 15 mar 2018.
SAINT-HILAIRE, Auguste. Viagem a Curitiba e
Província de Santa Catarina. Editora Itatiaia - São Paulo. Tradução
Regina Regis Junqueira. 1978. 209 p. WIKIPÉDIA, A
Enciclopédia Livre. Arrelia.
Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Arrelia>. Acesso em: 27 mar 2018.
YOUTUB. Fotos históricas de Jaguariaíva. Disponível em: https://youtu.be/CU2Vx0FhJR0.
Acessado em: 15 abr. 2018.
APÊNDICE A: GABARITO JOGO PEDAGÓGICO
1.
Categoria
[Pessoa ilustre] – Henrique Henning (1838-1894).
A) Incorreta
- 0,0 pontos.
B) Correta - 80 pontos.
C) Correta -
60 pontos.
D) Correta -
40 pontos. Total = 180 pontos.
1. Categoria [Pessoa ilustre] – Augusto Saint Hilaire
(1799-1883).
a) Correta -
100 pontos.
b) Correta -
80 pontos.
c) Incorreta
- 0,0 pontos.
d) Correta -
40 pontos. Total = 220 pontos.
1. Categoria [Pessoa
Ilustre] – Jean Baptiste Debret (1768-1848].
a) Incorreta
- 0,0 pontos.
b) Correta -
80 pontos.
c) Correta -
60 pontos.
d) Correta -
40 pontos. Total = 180 pontos.
1.Categoria [Pessoa Ilustre]
– Claro Gustavo Jansson (1887-1954).
a) Incorreta
- 0,0 pontos.
b) Correta -
80 pontos.
c) Correta -
60 pontos.
d) Correta -
40 pontos.
Total = 180 pontos.
1. Categoria [Pessoa
Ilustre] – Waldemar Seyssel (1905-2005).
a)
correta - 100
pontos.
b)
correta - 80 pontos.
c)
correta - 60 pontos.
d)
correta – 40 pontos. Total = 280 pontos.
2 . Categoria [Patrimônio Tombado] – Estação
Ferroviária
a)
Correta
– 100 pontos.
b)
Correta
– 80 pontos.
c)
Incorreta
- 0,0 pontos.
d)
Correta
- 40 pontos. Total = 220
pontos.
2.
Categoria [Patrimônio Tombado] – Igreja do Senhor Bom Jesus da Pedra Fria.
a) correta - 100 pontos.
b) incorreta - 0,0 pontos.
c) correta - 60 pontos.
d) correta - 40 pontos. Total =
200 pontos.
2.
Categoria [Patrimônio Tombado] – Edifício Sede da Prefeitura de Jaguariaíva.
a) correta - 100 pontos.
b) incorreta - 0,0 pontos.
c) correta - 60 pontos.
d) incorreta - 0,0 pontos. Total =
160 pontos.
2.
Categoria [Patrimônio Tombado] – Grupo Escolar Isabel Branco.
a)
Incorreta
- 0,0 pontos.
b)
Correta
- 80 pontos.
c)
Incorreta
- 0,0 pontos.
d)
Correta
- 40
pontos. Total = 120 pontos.
3. Categoria [Patrimônio
Ambiental] Morro da Mandinga.
a)
correta - 100 pontos.
b)
correta – 80 pontos.
c)
correta - 60 pontos.
d)
correta - 40 pontos. Total = 280 pontos.
3. Categoria
[Patrimônio Ambiental] Véu da Noiva.
a)
correta - 100
pontos.
b)
correta - 80 pontos.
c)
incorreta - 0,0 pontos.
d) correta
- 40 pontos. Total = 220 pontos.
3. Categoria
[Patrimônio Ambiental] Lago Azul.
a) incorreta
- 0,0 pontos.
b)
correta - 80 pontos.
c)
correta- 60 pontos.
d) incorreta
- 0,0 pontos.
Total = 140 pontos.
3. Categoria
[Patrimônio Ambiental] Escarpa Devoniana.
a)
correta - 100 pontos.
b)
correta - 80 pontos.
c) incorreta
- 0,0 pontos.
d)
correta - 40 pontos. Total = 220 pontos.
3. Categoria
[Patrimônio Ambiental] Cânion do Rio Jaguariaíva.
a)
incorreta - 0,0 pontos.
b) correta - 80 pontos.
b) correta - 80 pontos.
c)
correta - 60pontos.
d)
correta - 40 pontos. Total = 180 pontos.
4. Categoria [Curinga]
- Imagem do Sertanejo.
R: PR-15I
– Rodovia / Trevo que dá acesso à cidade de Jaguariaíva e ao Distrito Eduardo
Xavier da Silva [Sertão de Cima]. Total
= pontos a serem definida pela professora supervisora técnica.
4. Categoria [Curinga] –
Imagem do Edifício da Prefeitura do Município de Jaguariaíva
R: Otélio
Renato Baroni. Total
= pontos a serem definidos, pela professora supervisora técnica.
5.
Monumento de Valor Histórico [Chafariz
Municipal].
a) correta - 100 pontos.
b) correta - 80 pontos.
c) incorreta - 0,0 pontos.
d) correta - 40 pontos. Total
= 220 pontos.
5.
Monumento de Valor Histórico [Pedra em Comemoração ao Centenário de Emancipação
do Paraná (1953) ].
a) correta - 100 pontos.
b) correta - 80 pontos.
c) correta – 60 pontos.
d) correta - 40 pontos. Total = 280 pontos.
5.
Monumento de Valor Histórico [Poço do Inferno].
a) incorreta - 0,0 pontos.
b) incorreta - 0,0 pontos.
c) correta - 60 pontos.
d) correta - 40 pontos. Total = 100 pontos.
5.
Monumento de Valor Histórico [Cânion do Codó].
a) correta - 100 pontos.
b) correta - 80 pontos.
c) correta - 60 pontos.
d) correta - 40 pontos. Total = 280 pontos.
TABELA DE PONTUAÇÃO
Grupo
?
|
Pontuação
a
|
Soma
0
|
PATRIMÔNO TOMBADO
|
PESSOAS ILUSTRES
|
PATRIMÔNIO AMBIENTAL
|
MONUMENTO VALOR HISTÓRICO
|
CURINGA
|
1
|
A
|
100
|
|||||
2
|
B
|
80
|
|||||
3
|
C
|
60
|
|||||
4
|
D
|
40
|
|||||
T
|
280
|
[1]
Graduando (2015-2018) do Curso de Licenciatura em História pela Universidade
Estadual de Ponta Grossa – Paraná. E-mail: tinoadelmar@gmail.com.
[2]
Graduanda (2015-2018) do Curso de Licenciatura em História pela Universidade
Estadual de Ponta Grossa – Paraná. E-mail: meryhelen.mh44@gmail.com.
[3]
Graduando (2015-2018) do Curso de Licenciatura em História pela Universidade
Estadual de Ponta Grossa – Paraná. E-mail: sergioluiza6@gmail.com.
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