Boa noite amigos.
Por motivo de regras específicas
da orientação do TCC, e a limitação natural de conteúdo do trabalho, este
estava alicerçado na pesquisa bibliográfica e documental, não sendo possível
ilustrar com documentos iconográficos.
Por esse motivo, compartilho aqui
parte do material reunido durante todo o período de pesquisa e desenvolvimento
do trabalho, especialmente para os apreciadores da história de Jaguariaíva, em
material fotográfico, de diversas pessoas que contribuíram disponibilizando de
seus acervos, descritivo da espacialidade onde foram instaladas as Pequenas
Centrais Hidrelétricas - PCH, na temporalidade de 1921 a 1953.
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Localização do município de Jaguariaíva no mapa político
Estado do Paraná.
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Planta em que IRFM pede à 3ª Residência, autorização implantar
duto de passagem de água sob o leito da estrada de ferro no trecho Itararé –
Uruguai, mais especificamente no quilômetro 96+312m nas proximidades da estação
ferroviária de Jaguariaíva. Na planta consta curso do rio Capivari, localização
da Usina Velha, traçado da linha de transmissão de energia para a fábrica, o
traçado da linha férrea e na parte inferior esquerda a representação da ponte
sobre o rio Jaguariaíva.
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Mapa Geopolítico da Ocupação territorial do Estado do Paraná
de 1921, nesta temporalidade o Paraná contava com uma população de 685.711
habitantes, distribuída em 43 municípios.
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| O Croqui acima representa o entorno da cidade de
Jaguariaíva/PR mostrando a interrelação da área urbana com a ferrovia e rios da
localidade onde foram construídas as quatro hidrelétricas objeto deste trabalho. |
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Siqueira, 1994, página 99
Este Plano divide o Paraná em
três áreas ou sistemas: Sistema nº 1 do Sul; Sistema nº 2 do Norte, e sistema
nº 3 do Oeste. Em cada um destes sistemas seria construída uma usina
hidrelétrica.
Pg. 79 - Silva, Edson Armando,
1993 – Paraná
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Fotografo
desconhecido - Acervo Paulo José da Costa.
Vista da cidade baixa de Jaguariaíva década de 1910, retratando
o Rio Capivari e sua sinuosidade com mata ciliar de ambos os lados, transpõe
por uma ponte de madeira, com início da urbanização da cidade baixa, provocada
pela implantação da estação ferroviária.
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Claro
Jansson – Acervo Loja M. Acácia do Norte - Vista da parte alta da Cidade de
Jaguariaíva década de1910, rua de terra batida, tendo destaque para o meio de
transporte da época, o material utilizado para construção das moradias estas
cobertas com telha de barro, rua esta conhecida como “Rua do Comércio, que
passou a chamar-se Av. Rui Barbosa e nos dias atuais Rua Pref. Aldo Sampaio
Ribas.”
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| Fotógrafo desconhecido – Acervo Lívia Brech– Vista
da Casa de Maquina da Usina do Lajeado Grande, esta construída em pedra, com
cobertura de telhas francesas, percebe-se três homens posando para foto, pelas
suas vestimentas demonstram não serem
trabalhadores, poste em madeira com a fiação já instalada |
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| Fotógrafo desconhecido – Acervo Lívia Brech – Vista
do interior da Casa de Maquina da usina do Lajeado Grande, destacando-se em
primeiro plano o gerador e a turbina, na parede manômetros indicativos de
geração de eletricidade. Destaca-se no centro o modelo da lâmpada da época. |
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| Fotógrafo desconhecido – Acervo Lívia Brech – Vista
da tubulação metálica rebitada, assentada em
pilares de pedras, dando uma inclinação uniforme, para passagem de água do
reservatório até a turbina instalada na casa de maquina. |
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| Fotógrafo desconhecido – Álbum do Paraná – Vista
da represa da Usina do Lajeado Grande, destaca-se em primeiro plano o volume
d’água, as paredes do reservatório, e um homem próximo ao dispositivo de comporta. |
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Fonte:
Acervo Loja Maçônica Acácia do Norte.
Comprovante de pagamento, referente ao fornecimento de
Luz da Comp.de Força e Luz Jaguariahyva (sic), de abril de 1930, o recibo é
tipografado, com número de ordem, quanto ao preenchimento, preenchido de
maneira manuscrita.
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| Foto do autor – Vista da margem direita do rio
Capivari, da represa da Usina de São Joaquim, construída na parte inferior em
pedra, a elevação em tijolos. Percebe-se na parte direita da foto, a vasão do
potencial do rio. |
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| Foto do autor – Vista da represa, da margem
esquerdado rio Capivari, e a formação de reservatório, e seu potencial de
acúmulo de água. |
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| Foto do autor – Vista do canal condutor d’água,
construído em pedra saindo do reservatório formado pela represa, localizado na
margem esquerda, em direção a comporta, da Usina São Joaquim. |
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Foto do autor – Vista da comporta entre o canal e a
tubulação metálica, com diâmetro de 40cm, esta direcionada a turbina da casa de
máquina, da Usina São Joaquim.
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| Fotógrafo
José Carlos Pabis – Vista da Casa de Máquina, da Usina São Joaquim. Localizada
na margem esquerda do rio Capivari, sua estrutura inferior em pedra e a parte
superior em tijolos, coberta com telhas de barro, entre as duas janelas está
afixado o suporte da saída da energia produzida para os postes que conduzia a
energia para a cidade. |
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| Fotógrafo
desconhecido – Acervo Aldo Drobenko – Nesta foto destaca na parte direita o
volante de estabilidade do gerador acoplado à turbina com movimento horizontal,
está ligado por uma correia ao regulador de voltagem automático de funcionamento
em sentido vertical, com manômetro indicador de voltagem, também dispondo de
volante manual quando o automático avariava. Identificado de terno branco o operador
de usina Sr. Justiniano Sampaio. |
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| Fotógrafo
desconhecido – Acervo Lívia Brech –Vista da margem direita do rio Capivari tendo uma
passarela de madeira, em sua margem
está posando para foto um topógrafo com
um aparelho com suporte tripé, e na margem esquerda a casa de máquina e
na parte superior, a terraplanagem
proveniente do canal ainda sem vegetação, demonstrando sua
temporalidade. Esta foto foi tirada no sentido leste-oeste, e pela sombra
projetada no rio próximo ao meio-dia. |
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| Fotógrafo
desconhecido – Acervo Isbel Anauati ‘Carmo’–Vista
da represa do Rio Capivari em dia de enchente, do ano de 1935, demonstrando a
fragilidade da casa protetora do mecanismo de abertura e fechamento da
comporta. O trabalhador protegido por uma capa da época destaca-se uma
passarela da margem direita que permitia o acesso ao dispositivo da comporta. |
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| Fotógrafo
desconhecido – Acervo Pablo Ferreira –Vista
dois conjuntos de turbinas e geradores afixados em sentido horizontal
destaca-se a corrente a corrente componente da “Ponte Rolante”, o volante
estabilizador do gerador, a correia ligada ao regulador de voltagem esta
transforma a rotação para sentido vertical, acoplado a turbina, no fundo o
segundo conjunto. |
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| Fotógrafo
desconhecido – Acervo Pablo Ferreira –Vista
do painel de controle, e dois conjuntos de geradores. Verifica-se ao alto da
fotografia a presença de uma viga metálica que constitui a “Ponte Rolante” que
dispõe de movimento longitudinal no ambiente, acoplado à ela existe uma talha
que pode ser deslocada transversalmente para levantamento de grandes peças para
manutenção. |
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| Foto do autor – Bifurcação da tubulação na
entrada da casa de máquina, para alimentar duas turbinas da denominada Usina
Velha, localizada na margem esquerda do rio Capivari. Essa com tijolos a vista,
coberta com telha, contendo na cobertura um dissipador de calor. |
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| Foto
do autor – Tubulação metálica em aço carbono, com passagem do excedente da
câmara de carga da Usina Nova, medindo 1,10 metros de diâmetro, passando por
baixo do Rio Capivari, tubulação essa para reforço do potencial da
usina hidroelétrica da Usina Velha. Nota-se uma preocupação em não interferir
no curso natural do rio, tendo em vista a passagem subterrânea da tubulação. |
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Fotógrafo desconhecido – Acervo Conceição Scaciota Pacheco – Descrição das pessoas
da esquerda para direita: Herculano, Tina, Adelina e seu pai Sr. Santo Scaciota, em visita na construção da Usina
Nova.
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Fotógrafo desconhecido – Acervo Djalma Camargo Neto
Vista da represa em construção no Vale do Codó, no
cânion do Rio Jaguariaíva, ainda em face de construção, os vertedouros de
drenagem abertos.
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| Fotógrafo
desconhecido – Acervo Pablo Ferreira, Vista da parte interna da
usina, onde destaca a parte superior do gerador e painel de controle elétrico,
nas laterais suportes estrutura para ponte rolante. |
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Fotógrafo
desconhecido – Acervo Djalma Camargo Neto
Vista da Usina Nova na margem esquerda do Rio Jaguariaíva,
evidenciando a proximidade do prédio com o rio.
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| Foto
do autor –Placa da metragem do canal afixada na borda do canal, próximo a
entrada do reservatório da câmara de carga. |
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| Foto
do autor – Placa descritiva do fabricante do fabricante gerador, país de
origem, especificação de sua potencialidade, afixada na parte externa superior
do gerador. |
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Foto do autor – Placa
descritiva do fabricante da turbina, país de origem, especificação da sua
potencialidade, afixada na parte superior do gerador.
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| Foto
do autor – Local onde se deu a travessia do cano para reforço do potencial da
Usina Velha, que gerou o termo de Obrigação e Compromisso. Observa-se no
quadrante superior direito o Rio Capivari e o prédio da Usina Velha. |
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| Fotografo
desconhecido. Registro da visita do governador Bento Munhoz da Rocha Netto em
Jaguariaíva, para inauguração da Usina Nova a convite da diretoria das
Indústrias Reunidas Francisco Matarazzo. Este registro ocorreu na Rua Amando
Ribas, única via de acesso na ocasião, observa-se alunos de avental na
recepção, próximo do depósito de mercadorias da Rede Ferroviária a poucos
metros da Praça Getúlio Vargas. Na foto está datilografada a cidade e a data. As
pessoas da esquerda para a direita em primeiro plano são: João Batista da Cruz-adv.
Delegado de Polícia, Sebastião Xavier da Silva (Tatão)-fazendeiro, Bento Munhoz
da Rocha Neto-Governador, Domingos Cunha-médico, Aristides Soares
(Tidoca)-líder político, Luiz Souza - ferroviário |
Parabens Tino. Lugares de riqueza natural e inestimavel valor histórico.
ResponderExcluirParabéns Tino... aprendi e continuo aprendendo muito com você sobre as histórias de nossa cidade... sempre admirei suas pesquisas e estudos...
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