sábado, 14 de julho de 2018

FONTES ICONOGRÁFICAS DO TCC


Boa noite amigos.

Por motivo de regras específicas da orientação do TCC, e a limitação natural de conteúdo do trabalho, este estava alicerçado na pesquisa bibliográfica e documental, não sendo possível ilustrar com documentos iconográficos.

Por esse motivo, compartilho aqui parte do material reunido durante todo o período de pesquisa e desenvolvimento do trabalho, especialmente para os apreciadores da história de Jaguariaíva, em material fotográfico, de diversas pessoas que contribuíram disponibilizando de seus acervos, descritivo da espacialidade onde foram instaladas as Pequenas Centrais Hidrelétricas - PCH, na temporalidade de 1921 a 1953.

Localização do município de Jaguariaíva no mapa político Estado do Paraná.

Planta em que IRFM pede à 3ª Residência, autorização implantar duto de passagem de água sob o leito da estrada de ferro no trecho Itararé – Uruguai, mais especificamente no quilômetro 96+312m nas proximidades da estação ferroviária de Jaguariaíva. Na planta consta curso do rio Capivari, localização da Usina Velha, traçado da linha de transmissão de energia para a fábrica, o traçado da linha férrea e na parte inferior esquerda a representação da ponte sobre o rio Jaguariaíva.
Mapa Geopolítico da Ocupação territorial do Estado do Paraná de 1921, nesta temporalidade o Paraná contava com uma população de 685.711 habitantes, distribuída em 43 municípios.
O Croqui acima representa o entorno da cidade de Jaguariaíva/PR mostrando a interrelação da área urbana com a ferrovia e rios da localidade onde foram construídas as quatro hidrelétricas objeto deste trabalho.

                                                                                   Siqueira, 1994, página 99
Este Plano divide o Paraná em três áreas ou sistemas: Sistema nº 1 do Sul; Sistema nº 2 do Norte, e sistema nº 3 do Oeste. Em cada um destes sistemas seria construída uma usina hidrelétrica.
                                                                  Pg. 79 - Silva, Edson Armando, 1993 – Paraná



                                                           Fotografo desconhecido - Acervo Paulo José da Costa.
Vista da cidade baixa de Jaguariaíva década de 1910, retratando o Rio Capivari e sua sinuosidade com mata ciliar de ambos os lados, transpõe por uma ponte de madeira, com início da urbanização da cidade baixa, provocada pela implantação da estação ferroviária.

Claro Jansson – Acervo Loja M. Acácia do Norte - Vista da parte alta da Cidade de Jaguariaíva década de1910, rua de terra batida, tendo destaque para o meio de transporte da época, o material utilizado para construção das moradias estas cobertas com telha de barro, rua esta conhecida como “Rua do Comércio, que passou a chamar-se Av. Rui Barbosa e nos dias atuais Rua Pref. Aldo Sampaio Ribas.”


Fotógrafo desconhecido – Acervo Lívia Brech– Vista da Casa de Maquina da Usina do Lajeado Grande, esta construída em pedra, com cobertura de telhas francesas, percebe-se três homens posando para foto, pelas suas vestimentas demonstram não serem  trabalhadores, poste em madeira com a fiação já instalada

Fotógrafo desconhecido – Acervo Lívia Brech – Vista do interior da Casa de Maquina da usina do Lajeado Grande, destacando-se em primeiro plano o gerador e a turbina, na parede manômetros indicativos de geração de eletricidade. Destaca-se no centro o modelo da lâmpada da época.

Fotógrafo desconhecido – Acervo Lívia Brech – Vista da tubulação metálica rebitada, assentada em  pilares de pedras, dando uma inclinação uniforme, para passagem de água do reservatório até a turbina instalada na casa de maquina.

Fotógrafo desconhecido – Álbum do Paraná – Vista da represa da Usina do Lajeado Grande, destaca-se em primeiro plano o volume d’água, as paredes do reservatório, e um homem próximo ao dispositivo de comporta.

                                                           Fonte: Acervo Loja Maçônica Acácia do Norte.
Comprovante de pagamento, referente ao fornecimento de Luz da Comp.de Força e Luz Jaguariahyva (sic), de abril de 1930, o recibo é tipografado, com número de ordem, quanto ao preenchimento, preenchido de maneira manuscrita.

Foto do autor – Vista da margem direita do rio Capivari, da represa da Usina de São Joaquim, construída na parte inferior em pedra, a elevação em tijolos. Percebe-se na parte direita da foto, a vasão do potencial do rio.

Foto do autor – Vista da represa, da margem esquerdado rio Capivari, e a formação de reservatório, e seu potencial de acúmulo de água.

Foto do autor – Vista do canal condutor d’água, construído em pedra saindo do reservatório formado pela represa, localizado na margem esquerda, em direção a comporta, da Usina São Joaquim. 
Foto do autor – Vista da comporta entre o canal e a tubulação metálica, com diâmetro de 40cm, esta direcionada a turbina da casa de máquina, da Usina São Joaquim.


Fotógrafo José Carlos Pabis – Vista da Casa de Máquina, da Usina São Joaquim. Localizada na margem esquerda do rio Capivari, sua estrutura inferior em pedra e a parte superior em tijolos, coberta com telhas de barro, entre as duas janelas está afixado o suporte da saída da energia produzida para os postes que conduzia a energia para a cidade.  

Fotógrafo desconhecido – Acervo Aldo Drobenko – Nesta foto destaca na parte direita o volante de estabilidade do gerador acoplado à turbina com movimento horizontal, está ligado por uma correia ao regulador de voltagem automático de funcionamento em sentido vertical, com manômetro indicador de voltagem, também dispondo de volante manual quando o automático avariava. Identificado de terno branco o operador de usina Sr. Justiniano Sampaio.

Fotógrafo desconhecido – Acervo Lívia BrechVista da  margem direita do rio Capivari tendo uma passarela de madeira,  em sua margem está  posando para foto um  topógrafo com  um aparelho com suporte tripé, e na margem esquerda a casa de máquina e na parte superior, a terraplanagem  proveniente do canal ainda sem vegetação, demonstrando sua temporalidade. Esta foto foi tirada no sentido leste-oeste, e pela sombra projetada no rio próximo ao meio-dia.

Fotógrafo desconhecido – Acervo Isbel Anauati ‘Carmo’Vista da represa do Rio Capivari em dia de enchente, do ano de 1935, demonstrando a fragilidade da casa protetora do mecanismo de abertura e fechamento da comporta. O trabalhador protegido por uma capa da época destaca-se uma passarela da margem direita que permitia o acesso ao dispositivo da comporta.

Fotógrafo desconhecido – Acervo Pablo FerreiraVista dois conjuntos de turbinas e geradores afixados em sentido horizontal destaca-se a corrente a corrente componente da “Ponte Rolante”, o volante estabilizador do gerador, a correia ligada ao regulador de voltagem esta transforma a rotação para sentido vertical, acoplado a turbina, no fundo o segundo conjunto.  

Fotógrafo desconhecido – Acervo Pablo FerreiraVista do painel de controle, e dois conjuntos de geradores. Verifica-se ao alto da fotografia a presença de uma viga metálica que constitui a “Ponte Rolante” que dispõe de movimento longitudinal no ambiente, acoplado à ela existe uma talha que pode ser deslocada transversalmente para levantamento de grandes peças para manutenção. 

Foto do autor – Bifurcação da tubulação na entrada da casa de máquina, para alimentar duas turbinas da denominada Usina Velha, localizada na margem esquerda do rio Capivari. Essa com tijolos a vista, coberta com telha, contendo na cobertura um dissipador de calor.

Foto do autor – Tubulação metálica em aço carbono, com passagem do excedente da câmara de carga da Usina Nova, medindo 1,10 metros de diâmetro, passando por baixo do Rio Capivari, tubulação essa para reforço do potencial da usina hidroelétrica da Usina Velha. Nota-se uma preocupação em não interferir no curso natural do rio, tendo em vista a passagem subterrânea da tubulação. 

Fotógrafo desconhecido – Acervo Conceição Scaciota Pacheco – Descrição das pessoas da esquerda para direita: Herculano, Tina, Adelina e seu pai Sr. Santo Scaciota, em visita na construção da Usina Nova.

                                                     Fotógrafo desconhecido – Acervo Djalma Camargo Neto
Vista da represa em construção no Vale do Codó, no cânion do Rio Jaguariaíva, ainda em face de construção, os vertedouros de drenagem abertos.

Fotógrafo desconhecido – Acervo Pablo Ferreira, Vista da parte interna da usina, onde destaca a parte superior do gerador e painel de controle elétrico, nas laterais suportes estrutura para ponte rolante. 

Fotógrafo desconhecido – Acervo Djalma Camargo Neto
Vista da Usina Nova na margem esquerda do Rio Jaguariaíva, evidenciando a proximidade do prédio com o rio.

Foto do autor –Placa da metragem do canal afixada na borda do canal, próximo a entrada do reservatório da câmara de carga. 

Foto do autor – Placa descritiva do fabricante do fabricante gerador, país de origem, especificação de sua potencialidade, afixada na parte externa superior do gerador.

                                     Foto do autor – Placa descritiva do fabricante da turbina, país de origem,    especificação da sua potencialidade, afixada na parte superior do gerador.

Foto do autor – Local onde se deu a travessia do cano para reforço do potencial da Usina Velha, que gerou o termo de Obrigação e Compromisso. Observa-se no quadrante superior direito o Rio Capivari e o prédio da Usina Velha.


Fotografo desconhecido. Registro da visita do governador Bento Munhoz da Rocha Netto em Jaguariaíva, para inauguração da Usina Nova a convite da diretoria das Indústrias Reunidas Francisco Matarazzo. Este registro ocorreu na Rua Amando Ribas, única via de acesso na ocasião, observa-se alunos de avental na recepção, próximo do depósito de mercadorias da Rede Ferroviária a poucos metros da Praça Getúlio Vargas. Na foto está datilografada a cidade e a data. As pessoas da esquerda para a direita em primeiro plano são: João Batista da Cruz-adv. Delegado de Polícia, Sebastião Xavier da Silva (Tatão)-fazendeiro, Bento Munhoz da Rocha Neto-Governador, Domingos Cunha-médico, Aristides Soares (Tidoca)-líder político, Luiz Souza - ferroviário











2 comentários:

  1. Parabens Tino. Lugares de riqueza natural e inestimavel valor histórico.

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  2. Parabéns Tino... aprendi e continuo aprendendo muito com você sobre as histórias de nossa cidade... sempre admirei suas pesquisas e estudos...

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