Após a deterioração do cruzeiro de madeira conduzido por multidão de fiéis, sem descanso, da Igreja São Francisco de Assis, na década de 1960, até o alto do morro denominado "Dudu", foi substituído por uma representação de Cristo, em vidro. Desconheço o autor, mas a sua obra ficou eternizada nesta iconografia que a sua duração foi efêmera pelo nível cultural por parte dos Jaguariaivenses.
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| Após a deterioração do cruzeiro de madeira conduzido por multidão de fiéis, sem descanso, da Igreja São Francisco de Assis, na década de 1960, até o alto do morro denominado "Dudu", foi substituído por uma representação de Cristo, em vidro. Desconheço o autor, mas a sua obra ficou eternizada nesta iconografia que a sua duração foi efêmera pelo nível cultural por parte dos Jaguariaivenses. |
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